quinta-feira, 29 de julho de 2010

Não. Sim. Sim. Não.

Eu não deveria me desculpar por ser quem eu sou. Na realidade não mudarei minha essência, e no fundo você sabe bem disso. Apesar de transformações necessárias, o meu ímpeto por falar, agir, não se modifica. Continuo angustiada com o amanhã, pensativa além da conta com o agora e muito transtornada com o passado, que não passou. Me sinto boba por manter a lareira das lembranças acesa em minha cabeça, mas por outro lado, sei que não conseguiria viver sem isso. Quando volto ao tempo, lendo conversas antigas, cartas que nunca te entreguei, ouvindo pensamentos que nunca revelei, vejo o quanto sempre fui feliz, a partir do dia que pude contar com você ao lado de mim. É humanamente impossível ter vontade de apagar tudo isso que aconteceu. E hoje eu vejo que os papéis se inverteram... Você, que já não parece mais ter as dúvidas de antes, e eu, que me vejo numa cama de gato onde os nós estão muito bem enroscados, com todos os prós e contras, apesar e pesares... Eu continuo sem respostas.

domingo, 25 de julho de 2010

No momento em que a gente vê uma coisa ela se torna irreversível, inconfundível.
O irremediável se torna tangível.
Não me importo de ser vulgar, não me importa o comum, dizer o que outros já disseram.
Não tenho mais nada a resguardar, um momento à beira de não ser eu, não sou mais.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

De que adianta falar de motivos? Às vezes basta um só, às vezes nem juntando todos.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Novamente.

Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o Zen de repente escapa e se transforma em Sem? Sem que se consiga controlar.