segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

"Por isso nunca ficamos desanimados. Mesmo que o nosso corpo vá se gastando, o nosso espírito vai se renovando dia a dia. E essa pequena e passageira aflição que sofremos vai nos trazer uma glória enorme e eterna, muito maior do que o sofrimento. Porque nós não prestamos atenção nas coisas que se vêem, mas nas que não se vêem. Pois o que pode ser visto dura apenas um pouco, mas o que não pode ser visto dura para sempre." 
2 Coríntios 4: 16-17-18

domingo, 23 de janeiro de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Não sei o que te dizer, gostaria de fazê-lo feliz.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

The best bad present.


I don't actually feel comfortable being anyone's anything. You know, relationships are messy and people's feelings get hurt.

People change. Feelings change. It doesn't mean that the love once shared wasn't true and real. It simply, just means that sometimes, when people grow, they grow apart.


Sometimes.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

I don't care if you hide me away, as long as you come find me again.

sábado, 8 de janeiro de 2011

I told you...

Não se prenda a mim, não se limite, não pare de olhar para fora. Daqui a pouco vai ser muito tarde, eu sei que é assim porque eu sinto isso.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Ano novo, vida nova.

E se perguntassem o que vem a ser o certo, ela olharia com a cabeça torta como a de um cachorro quando parece não compreender o que se passa. O olhar de repente vidrado de quem tem sede de entender as coisas que acontecem ao redor. Ela não sabia amar, talvez. Então mais um amor havia ido embora, mais um amor havia chegado ao fim. Nessa imensa individualidade onde ninguém podia entristecê-la sempre cresciam espinhos. Espinhos para machucar aqueles que a machucavam, então assim não a tocavam. Não a tocava porque o medo da mágoa não deixava que lhe tocassem, ou então havia medo porque não haviam tocado fundo o suficiente para que o medo não existisse. Que triste então estava sendo, mas ela parecia acostumada. Acostumada e fria, porque depois de tantas lágrimas ela finalmente parecia ter secado. A maquiagem borrada em volta dos olhos tinha sido limpa na noite anterior. Quando ele e ela se encontraram, ela parecia inteira. Inteira porque não tinha ficado nada dela para trás. Seus olhos eram de desilusão, de cansaço. Cansada de construir sonhos, planos, fantasias. E depois da desilusão ter de destruir uma a uma, como se nada daquilo tivesse um dia existido, só para olhar para trás e não sentir nada do que sentira antes. Era mais um fim doído, choroso, arrastado. Fosse o ponto final sua última lágrima de dor, já havia então sido decretado. Decretado num discurso mudo, num adeus em silêncio. Dito através de tudo aquilo que não havia sido falado. Ele não parecia prestes a dizer nada, ela não diria, se pudesse escolher teria ficado calada, mas lhe escapou: "Meu coração tá ferido de amar errado. De amar demais, de querer demais, de viver demais. Amar, querer e viver tanto que tudo o mais em volta parece pouco. Seu amor comparado ao meu é pouco, muito pouco, mas você não vê. Não vê, não enxerga, não sente. Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer a mulher louca que sempre fui por você e que mesmo tão cheia de defeitos, sempre foi sua. Sempre fui só sua, sempre quis ser só sua, sempre te quis só meu e você, cego de orgulo bobo, surdo de estupidez, nunca notou. Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter, são como flores difíceis de se cultivar, flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem, homens que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui, mas sempre quis ser sua. Você, meu homem, que não soube cuidar e nessa de cuidar, vou cuidar de mim, de mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado.
Seja feliz."