(…) Geralmente é comum ouvirmos aquela célebre frase: -”Rir é o melhor remédio“. Dizem que rir cura todos os males. Dizem que rir deixa o corpo mais relaxado, principalmente se damos uma bela gargalhada antes de ir dormir. (…) Caro eu, cortei o texto porque de fato não sei como começá-lo, e de fato, também não tenho cartas suficientes na manga para sempre desbravar com razão, e aptidão, o início de cada assunto que proponho apartar. Apenas proponho, pois normalmente, como uma cabeça pensante, e totalmente globalizada, a cada segundo estou pronta para me dar o deleite de aceitar novos pensamentos. De modo que, a cada segundo, a cada frenesi, a cada insighting, a cada flash, a cada descarga de energia que um neurônio passa para o outro, me surgem mil idéias totalmente contraditórias. Isso faz de mim uma pessoa com qualidades e/ou defeitos também contraditórios? Talvez. Vivo no eterno dilema de descobrir o que realmente sou, o que realmente busco, e principalmente, afinal de contas, o que eu faço aqui? Dizer que não penso nisto, ah, caro eu, seria infrutífera bobagem. Claro, porque dizer que não penso na minha existência quanto ser humano, e ser humano não dotado de super poderes, tais como, prever (ler) o futuro e/ou o passado, seria pura enganação. Enganaria também, se falasse que penso todos os dias nisto, na questão da minha razão de viver. Não penso, sou egoísta, e por quê? Talvez porque de tanto pensar, achasse resposta, mas não sou tão altruísta, não me dôo tanto assim ao mundo, e costumo pensar mais em mim mesma. Mas… Descobrindo quem sou, não estaria descobrindo… Quem somos? Eis a questão.
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