Ao som de Paramore - Brick by boring brick (new sound)... Hoje eu resolvi postar como postava antes no meu outro blog. Inclusive sinto falta dele, e não é do que eu usava no wordpress antes desse aqui não, eu estou falando daquele bem old mesmo, do livejournal. Ali sim eu era bem assídua com as postagens, o que não era muito legal, porque geralmente postava mais como um dever, uma obrigação ou sei lá o que, e hoje em dia eu posto mais quando eu estou afim mesmo, e não sei... Me faz muito mais bem assim. Mas outras coisas mudaram - além da minha assiduidade para com o meu blog - como por exemplo os temas que escolho, ou meu modo mesmo de escrita. Geralmente venho escrevendo coisas muito downs, não que os temas sejam downs, mas eu aparento estar down mesmo quando eu não estou deste jeito, o que é um tanto estranho, e bizarro. No meu outro blog eu geralmente estava mal, e muito bem ao mesmo tempo, por mais controverso que seja, e sempre saíam coisas muito legais. Muitas dessas coisas nunca cheguei a publicar em lugar algum, por vergonha, ou por achar que o que eu estava escrevendo era mero clichê. Sinceramente não é muito difícil fugir dessas regras, onde tudo que se é dito muitas vezes passa a ser um clichê. Se deste modo fosse, um "sim" e um "não" seriam as coisas mais clichês da vida, mas muito pelo contrário, ainda conseguem nos fazer piscar e dizer "como é que é?". Enfim, já ia mudando de assunto, como costumo dizer, para mim cada palavra é um galho, e cada assunto é uma árvore. Então dentro dos assuntos, ou fluindo dos assuntos, existem muitas palavras, e isto me faz tomar vários rumos diferentes, pois pode ser que um galho de uma árvore esteja entrelaçado com o galho de outra e então eu começo a falar de assuntos variados em poucos segundos, mas... Voltando ao ponto central, eu não pretendo ficar postando todos os dias como obrigação, porque é isso que se torna, e eu também não pretendo mudar muito meu modo de escrita e/ou temas. Ah sim... Falando dos temas, eu não os escolho, simplesmente falo literalmente o que me vem à telha. E o modo de escrita também não é escolhido préviamente, mas acho que ando escrevendo com um tanto mais de seriedade, o que talvez aparente uma certa arrogância, mas esse não é o meu desejo, em todo caso. Na realidade, como eu estava conversando outro dia com um garoto que conheci no orkut, o Afonso, eu acho que meus textos são um tanto egoístas porque eu realmente não os escrevo pro público, porque como alguns sabem eu realmente nem tinha intenção de promover este blog como eu promovia o outro, então... As coisas ficam mais para mim mesmo. Só que quando qualquer um me fala de blog, ou pergunta se eu tenho um, eu meramente respondo que sim e apresento o meu cantinho-que-já-não-é-mais-tão-secreto. Embora que meus pensamentos não precisem ser guardados a sete chaves para mim mesma, eu não gosto muito dessa idéia de não dividir o que eu penso com os outros, muito pelo inverso, eu gosto de poder falar o que eu estou sentindo e/ou pensando, e na real mesmo eu não vejo nenhum problema nisso. Assim que me sinto legalizada, em harmonia com as pessoas, quando podem saber - em tese - muitas das coisas que penso e/ou sinto. Isso me fez pensar naquela frase de uma música dos meus amados Los Hermanos: "(...)
Não te dizer o que penso já é pensar em dizer." Se você tem a oportunidade de dizer e/ou fazer as coisas, por que não, por que não fazê-las, dizê-las? Eu opto pelo sim, com certeza, diga, faça, sinta, e etc e tal. Muito mais útil e prático, e com toda a certeza extravazar assim deve fazer muito bem à saúde, pelo menos a little bit. Não acontece o que sempre se é esperado... Que someone diga o que pensa/sinta e que isso gere um resultado positivo. Muitas das vezes isso gera resultados muito pouco gratificantes, mas calma companheiro, não desanime, aponte pra fé e reme, digo logo. Será que eu já fugi do assunto para o qual achei que viria postar aqui? Maybe yes, maybe not.
Enfim, estou aqui desde mais cedo ouvindo o novo CD do Paramore e confesso REALMENTE que não fiquei muito empolgada com ele. Não me agradou tanto quanto o Riot! nem tanto quanto o All Know Is Falling, mas tudo bem, eu espero que daqui uns dias mais músicas me conquistem além de Brick By Boring Brick e Ignorance. Aliás, tem outras que eu gostei, mas não gostei tanto assim, pois eu nem me lembro mais o nome das coitadas HAHAHA. Falando em CD's... Eu não sei mais o que eu estou esperando para ouvir o novo do Muse. Aldo vive me dizendo que está bom, Helen vive me dizendo que antes nem gostava tanto de Muse assim e que agora ela realmente gosta porque o CD está legal, então... Come on, preciso ouvi-lo, mas eu confesso que estou com uma pitadinha de dó, é realmente um fardo para mim ter que ouví-lo no computador. Ok, ok... Eu posso até já ter dito que venero computadores - não estava brincando, foi uma grande invenção revolucionária - e tudo o mais, que CD já ficou um tanto lá pro passado, depravado, é isso aí, mas ao mesmo tempo eu queria ter o gostinho de ouvir o material bruto, de verdade. Então como eu tenho quase certeza que o meu queridinho não está em nenhuma loja por aqui por perto, e que eu não ganhei a promoção no site oficial, provavelmente terei que ouvi-lo por aqui mesmo, o que causará um grande dano em minha mente, pois eu estava contando muito com o CD em minhas mãos, e agora ele se desfacelou, óh céus.
Mas mudando um pouco de assunto, coisas interessantes aconteceram por demais esses tempos, só que existem uns problemas imensos com relação a abordagem desses assuntos hoje. Primeiro que isso levaria outro post gigantesco, e segundo que já está ficando meio tarde e eu preciso terminar de fazer certas coisas que estava fazendo aqui antes de decidir escrever, e terceiro que são assuntos delicados e não tem absolutamente nada a ver com as baboseiras - bollshits! olha, até que isso dá um nome legal pra banda, haha - que eu falei hoje. Btw, acho que sexta-feira - caso ainda esteja no embalo - eu volto a postar aqui.
Buenas noches para mim.