segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Stop this moment

Por vezes um amigo nos confunde com aquele que poderia desejar-lhe o mal, não que este necessariamente seja seu inimigo, ou talvez até seja, mas pode ser apenas alguém que deseje seu mal e ponto final, afinal de contas existem pessoas e pessoas, e existem aquelas invejosas. É triste quando essas situações inusitadas - porém um tanto comuns, pois em inúmeros casos nós somos amigos, mas o outro não é nosso amigo de volta - ocorrem em nossas vidas, além de triste é realmente deprimente e fatigante. Nos dá a sensação de que corremos em vão, em troca de nada.
Penso que desses acontecimentos não levamos nenhum tipo de lição construtiva, afinal, o que se pode fazer quando as mentes são diferentes das nossas... Quando não podemos chacoalhar as pessoas e fazê-las caírem em si? O que se pode fazer quando seu amigo, querido, amado, prefere se fechar dentro do vácuo, ignorar qualquer ruído, desprezar as coisas ao seu redor? Não se pode fazer nada, qualquer um tem seus direitos, e cabe à nós, os amigos, respeitar o espaço que lhes foi concedido desde sempre.
Só resta a mágoa, que sempre fica, quando notamos que não podemos mudar algo que aspiramos por demais modificar. Só resta o desapego, que é sempre necessário, quando precisamos lembrar apenas de coisas que nos serão úteis num futuro próximo, quando precisamos criar uma memória seletiva, e apagar o que nos foi um malefício. Só resta uma última canção, um último momento, uma última fotografia, um último sorriso, um último momento de amor, que sempre fica, pois sempre se é necessário lembrar do quanto ainda existe, e sempre existirá, algo de bom que restou.

sábado, 26 de setembro de 2009

Amo muito tudo isso

Mais uma vez eu não vou postar aqui sobre uns assuntos que eu realmente ando na secura de postar. Daí pode vir a pergunta: "Se você tá com tanta vontade assim de falar sobre algo, por que não fala logo?", eu digo que é porque existe um momento, e o momento não é esse.
Em todo o caso, eu terminei de ver o último episódio de True Blood por esses dias, e saiu há pouco no site da HBO uns... Uns trequinhos que eu achei bem legal! Coloquei todos juntos, e olha só que lindos...

Realmente essa segunda temporada não deixou nenhum pouquinho a desejar. Eu estou bem ansiosinha para a terceira temporada, mas eu sei, eu seeeeeeeei... Que só ano que vem, e lá pra junho/julho, o que é uma pena, porque uma série tão boa assim não deveria demorar tanto para estrear novas temporadas. Acho que isso acaba deixando os fãns ansiosos mas ao mesmo tempo meio cansados de esperar. Porque sinceramente... É MUITO TEMPO de espera, sério mesmo. Ano passado que comecei a ver True Blood com alguns meses após o término da primeira temporada! Aí esse ano eu acompanhei tudo certinho com as datas de estréia de episódio com a HBO americana, e valeu bem a pena, prestei mais atenção em muitos detalhes e a cada dia acho que a história está sendo bem contada. O diretor de TB é maravilhoso, e eu acho ótimo que ele não seja fiél aos livros, sinceramente, senão só ia ser Sookie, Sookie, Sookie, Sookie, Sookie e mais Sookie. Ainda bem que os outros personagens têm espaço!

Agora, Shel e sua soulmate...


Mas e The Big Bang Theory, cadê? Não vejo nem sinal de que a próxima temporada já está no forno, ou coisas assim. Aliás, nunca mais ouvi falarem nada sobre TBBT. Que lástima, é realmente uma série que me faz rir, e ao mesmo tempo cair de amores. Primeiro porque o Shel(don) É LINDO. Lindíssimo. Fofo. Uma proeza. Um neném. Behind blue eyes. Segundo que o Leo(nard) é uma "graxinha" com a Penny(lane), de verdade, rola uma química muito boa entre os dois. No último episódio da segunda temporada isso ficou bem marcado e tal, principalmente na hora do cobertor elétrico, e do abraço mais eletrizante ainda, e da querida Penny(lane) escorando-se na porta - uma belezura essa cena, pois não é qualquer um que sabe se escorar com aquela cara de sofrimento toda que ela fez, e ainda fez bem feito - e dizendo... Ah, eu esqueci o que ela disse, mas foi muito lindo mesmo.
Mais uma junçãozinha de fotos, dessa vez de prints meus, que "graxinha", neck-shot-limon pra vocês...
That's all.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Raízes

Ao som de Paramore - Brick by boring brick (new sound)... Hoje eu resolvi postar como postava antes no meu outro blog. Inclusive sinto falta dele, e não é do que eu usava no wordpress antes desse aqui não, eu estou falando daquele bem old mesmo, do livejournal. Ali sim eu era bem assídua com as postagens, o que não era muito legal, porque geralmente postava mais como um dever, uma obrigação ou sei lá o que, e hoje em dia eu posto mais quando eu estou afim mesmo, e não sei... Me faz muito mais bem assim. Mas outras coisas mudaram - além da minha assiduidade para com o meu blog - como por exemplo os temas que escolho, ou meu modo mesmo de escrita. Geralmente venho escrevendo coisas muito downs, não que os temas sejam downs, mas eu aparento estar down mesmo quando eu não estou deste jeito, o que é um tanto estranho, e bizarro. No meu outro blog eu geralmente estava mal, e muito bem ao mesmo tempo, por mais controverso que seja, e sempre saíam coisas muito legais. Muitas dessas coisas nunca cheguei a publicar em lugar algum, por vergonha, ou por achar que o que eu estava escrevendo era mero clichê. Sinceramente não é muito difícil fugir dessas regras, onde tudo que se é dito muitas vezes passa a ser um clichê. Se deste modo fosse, um "sim" e um "não" seriam as coisas mais clichês da vida, mas muito pelo contrário, ainda conseguem nos fazer piscar e dizer "como é que é?". Enfim, já ia mudando de assunto, como costumo dizer, para mim cada palavra é um galho, e cada assunto é uma árvore. Então dentro dos assuntos, ou fluindo dos assuntos, existem muitas palavras, e isto me faz tomar vários rumos diferentes, pois pode ser que um galho de uma árvore esteja entrelaçado com o galho de outra e então eu começo a falar de assuntos variados em poucos segundos, mas... Voltando ao ponto central, eu não pretendo ficar postando todos os dias como obrigação, porque é isso que se torna, e eu também não pretendo mudar muito meu modo de escrita e/ou temas. Ah sim... Falando dos temas, eu não os escolho, simplesmente falo literalmente o que me vem à telha. E o modo de escrita também não é escolhido préviamente, mas acho que ando escrevendo com um tanto mais de seriedade, o que talvez aparente uma certa arrogância, mas esse não é o meu desejo, em todo caso. Na realidade, como eu estava conversando outro dia com um garoto que conheci no orkut, o Afonso, eu acho que meus textos são um tanto egoístas porque eu realmente não os escrevo pro público, porque como alguns sabem eu realmente nem tinha intenção de promover este blog como eu promovia o outro, então... As coisas ficam mais para mim mesmo. Só que quando qualquer um me fala de blog, ou pergunta se eu tenho um, eu meramente respondo que sim e apresento o meu cantinho-que-já-não-é-mais-tão-secreto. Embora que meus pensamentos não precisem ser guardados a sete chaves para mim mesma, eu não gosto muito dessa idéia de não dividir o que eu penso com os outros, muito pelo inverso, eu gosto de poder falar o que eu estou sentindo e/ou pensando, e na real mesmo eu não vejo nenhum problema nisso. Assim que me sinto legalizada, em harmonia com as pessoas, quando podem saber - em tese - muitas das coisas que penso e/ou sinto. Isso me fez pensar naquela frase de uma música dos meus amados Los Hermanos: "(...) Não te dizer o que penso já é pensar em dizer." Se você tem a oportunidade de dizer e/ou fazer as coisas, por que não, por que não fazê-las, dizê-las? Eu opto pelo sim, com certeza, diga, faça, sinta, e etc e tal. Muito mais útil e prático, e com toda a certeza extravazar assim deve fazer muito bem à saúde, pelo menos a little bit. Não acontece o que sempre se é esperado... Que someone diga o que pensa/sinta e que isso gere um resultado positivo. Muitas das vezes isso gera resultados muito pouco gratificantes, mas calma companheiro, não desanime, aponte pra fé e reme, digo logo. Será que eu já fugi do assunto para o qual achei que viria postar aqui? Maybe yes, maybe not.
Enfim, estou aqui desde mais cedo ouvindo o novo CD do Paramore e confesso REALMENTE que não fiquei muito empolgada com ele. Não me agradou tanto quanto o Riot! nem tanto quanto o All Know Is Falling, mas tudo bem, eu espero que daqui uns dias mais músicas me conquistem além de Brick By Boring Brick e Ignorance. Aliás, tem outras que eu gostei, mas não gostei tanto assim, pois eu nem me lembro mais o nome das coitadas HAHAHA. Falando em CD's... Eu não sei mais o que eu estou esperando para ouvir o novo do Muse. Aldo vive me dizendo que está bom, Helen vive me dizendo que antes nem gostava tanto de Muse assim e que agora ela realmente gosta porque o CD está legal, então... Come on, preciso ouvi-lo, mas eu confesso que estou com uma pitadinha de dó, é realmente um fardo para mim ter que ouví-lo no computador. Ok, ok... Eu posso até já ter dito que venero computadores - não estava brincando, foi uma grande invenção revolucionária - e tudo o mais, que CD já ficou um tanto lá pro passado, depravado, é isso aí, mas ao mesmo tempo eu queria ter o gostinho de ouvir o material bruto, de verdade. Então como eu tenho quase certeza que o meu queridinho não está em nenhuma loja por aqui por perto, e que eu não ganhei a promoção no site oficial, provavelmente terei que ouvi-lo por aqui mesmo, o que causará um grande dano em minha mente, pois eu estava contando muito com o CD em minhas mãos, e agora ele se desfacelou, óh céus.
Mas mudando um pouco de assunto, coisas interessantes aconteceram por demais esses tempos, só que existem uns problemas imensos com relação a abordagem desses assuntos hoje. Primeiro que isso levaria outro post gigantesco, e segundo que já está ficando meio tarde e eu preciso terminar de fazer certas coisas que estava fazendo aqui antes de decidir escrever, e terceiro que são assuntos delicados e não tem absolutamente nada a ver com as baboseiras - bollshits! olha, até que isso dá um nome legal pra banda, haha - que eu falei hoje. Btw, acho que sexta-feira - caso ainda esteja no embalo - eu volto a postar aqui.

Buenas noches para mim.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Embaçado.

Às vezes eu mesma não consigo me reconhecer na frente do espelho. Me fito por horas a fio, e nem ao menos um traço me é familiar. Essa sensação não me agrada, de estar perdida dentro do meu próprio íntimo. Acho que se nós não nos conhecemos, nem um tiquinho se quer, quem há de nos conhecer?! De fato não é uma tarefa muito fácil dizer que conhecemos algo muito bem, a fundo. As pessoas, as coisas, a natureza, a vida, tudo... Tudo SEMPRE pode nos surpreender, incluindo nós, à nós mesmos. Por isso eu vivo a me surpreender comigo mesma, e acho isso ótimo. Sou uma caixinha de surpresas, pois tenho a cada dia novos pensamentos, e pensamentos estes que nunca nem passaram por aqui, se quer, nem para tomar um chá. Esse é o bom da vida, da existência, do ser. Poder estar sempre em eterna metamorfose, com já dizia Raul. Espero viver assim, nômade, por muitos e muitos tempos que estão por vir.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..."


C.L