quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Mind.

"Constantly talking isn't necessarily communicating."

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Cool.

Sabe, eu nunca fui fã de sair comprando presente de Natal. Na realidade, eu sempre esperei que me dessem presentes, e tudo isso. Agora, o legal desse ano de 2009 é que eu saí em busca de vários presentes. Na realidade não comprei muitos não, até porque eu não sou o Noel e não estou nadando em dinheiro. Mas, tirando a parte chata de não ter muito dinheiro (e de não ser o Noel), me diverti procurando as coisas que eu acharia que mais combinasse com as pessoas que eu vou presentear. Bom, pra ser sincera eu acho que acertei em cheio, haha. Por enquanto só comprei dois presentes, hm. Não sei se vou comprar mais... Acho que sim, se o cartão da minha mãe desbloquear, para que ela possa me dar presentes!Rs. Senão, infelizmente, só vou poder ser o Papai Noel pra duas pessoas :( Mas bem que eu gostaria de dar um presentinho pra todo mundo que eu gosto, né. Só que acho que com o dinheiro que sobrou, eu mesma terei que ser o meu próprio Papai Noel (caso o cartão da minha mãe não desbloqueie, e tal... aliás, banco é algo realmente fdp, né? sabe que tá na época de festas de fim de ano, e ai mandam um cartão novo pra mamãe, e quando ela vai desbloquear, dá um problema lá no sistema, e bum!... lá se foi o sonho de fazer compras em véspera de Natal e Ano Novo). 
Em todo caso, acho que esse ano vou terminar bem! Tenho amigos, tenho um namorado, tenho familia... Sei lá, sentimentalmente eu acho que eu tô de boa, até demais, haha. E não sei... É isso mesmo que importa. Claro que como eu já escrevi aqui, ene vezes, eu perdi muitas pessoas no decorrer do ano de 2009... E essas perdas só se consumaram agora, mas que elas já estavam para acontecer, ah, isso estavam sim, e eu não sei ao certo... Mas me parece que estou melhor agora. Quantidade não é qualidade, essa é minha frase do ano, haha.
Bom... Apesar de tudo que me aconteceu de ruim, 2009 foi um ano e tanto! Ainda está sendo! E eu vou sentir falta disso tudo... Foi tão bom. Depois de uma sucessão de anos de bosta, esse ano foi tão consagrador, mesmo. Acho que tudo que eu sempre pedi se realizou no decorrer do ano... E sabe, eu não poderia ter um presente melhor do que esse. Tudo no seu devido lugar... Pessoas certas, no momento certo. E momentos certos, na hora certa. 
Acho que é porque 2009 é ímpar. Adoro anos ímpares. Well... Como será 2010? Não faço idéia, espero que melhor do que 2009, se puder... Enfim, já deu de nostalgia por hoje.
HAHA :)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Steal my heart and take my breathless.



Já não consigo mais me ver sem você...








... nem eu.

domingo, 13 de dezembro de 2009

sábado, 12 de dezembro de 2009

In my heart you'll grow and that's where you belong.

Preciso de alguém, e é tão urgente o que digo. Perdoem excessivas, obscenas carências, pieguices, subjetivismos, mas preciso tanto e tanto. Perdoem a bandeira desfraldada, mas é assim que as coisas são-estão dentro-fora de mim: secas. Tão só nesta hora tardia - eu, patético detrito pós-moderno com resquícios de Werther e farrapos de versos de Jim Morrison, Abaporu heavy-metal -, só sei falar dessas ausências que ressecam as palmas das mãos de carícias não dadas. Preciso de alguém que tenha ouvidos para ouvir, porque são tantas histórias a contar. Que tenha boca para, porque são tantas histórias para ouvir, meu amor. E um grande silêncio desnecessário de palavras. Para ficar ao lado, cúmplice, dividindo o astral, o ritmo, a over, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver. Preciso de alguém que eu possa estender a mão devagar sobre a mesa para tocar a mão quente do outro lado e sentir uma resposta como - eu estou aqui, eu te toco também. Sou o bicho humano que habita a concha ao lado da concha que você habita, e da qual te salvo, meu amor, apenas porque te estendo a minha mão. No meio da fome, do comício, da crise, no meio do vírus, da noite e do deserto - preciso de alguém para dividir comigo esta sede. Para olhar seus olhos que não adivinho castanhos nem verdes nem azuis e dizer assim: que longa e áspera sede, meu amor. Que vontade, que vontade enorme de dizer outra vez meu amor, depois de tanto tempo e tanto medo. Que vontade escapista e burra de encontrar noutro olhar que não o meu próprio - tão cansado, tão causado - qualquer coisa vasta e abstrata quanto, digamos assim, um Caminho. Esse, simples mas proibido agora: o de tocar no outro. Querer um futuro só porque você estará lá, meu amor. O caminho de encontrar num outro humano o mais humilde de nós. Então direi da boca luminosa de ilusão: te amo tanto. E te beijarei fundo molhado, em puro engano de instantes enganosos transitórios - que importa? (Mas finjo de adulto, digo coisas falsamente sábias, faço caras sérias, responsáveis. Engano, mistifico. Disfarço esta sede de ti, meu amor que nunca veio - viria? virá? - e minto não, já não preciso.) Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. Tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, mas não sou tu, e quero adoçar tua vida. Preciso do teu beijo de mel na minha boca de areia seca, preciso da tua mão de seda no couro da minha mão crispada de solidão. Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho-carente, tigre e lótus. Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço. Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas cairem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã.


Caio -para meu- F.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Across the universe

If I fell in love with you, would you promise to be true and help me understand? 'Cause I've been in love before and I found that love was more than just holdin' hands. If I give my heart to you, I must be sure, from the very start, that you would love me more than her. If I trust in you, oh, please, don't run and hide. If I love you too, oh, please, don't hurt my pride like her, 'cause I couldn't stand the pain and I would be sad if our new love was in vain. So, I hope you see that I would love to love you and that she will cry when she learns we are two...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Passou, tá passado...

Dias bons, dias ruins, eu tive um pouco de cada um deles. Pessoas boas, pessoas ruins, eu conheci cada uma delas. Acho que no fim das contas tudo se junta e consegue nos mudar de alguma forma. Tanta coisa vem e vai na nossa vida, poucas coisas ficam. Já parei pra me perguntar diversas vezes o que eu ainda faço aqui, e quais pessoas realmente me importam. Descobri que mesmo com o tempo, mesmo com a distância, quem é especial, jamais deixa de ser especial, e descobri que até mesmo aquelas que estão aqui todos os dias, podem ser as mais distantes, e as menos especiais. A presença de uma pessoa pode ter vários significados, e hoje em dia a maioria não é presente, até eu mesma posso não ser presente. Tanta coisa mudou, tanta gente se modificou, e quem realmente ainda é sincero? Você acredita em mim? Quem realmente está falando a verdade? Um zunzunzun de vozes e nada condiz com nada, apenas barulhos dentro da minha cabeça.


Achei isso aqui no meio dos entulhos de arquivos word.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

New perspective

Stop there and let me correct it... ♪

Notei que as coisas mudaram muito para mim. Essas mudanças andam ocorrendo há muito, muito tempo. Mas só agora que eu consigo notá-las perfeitamente, detalhá-las, e posso finalmente me julgar de maneira linear. Consigo me ver como era antes, e perceber o que se transformou aqui. O melhor de tudo é a vontade constante de maiores mudanças, tudo isso porque as transformações não me fizeram mal, só me fizeram crescer, literalmente, me tornar um alguém que eu procurava ser, mas que nem conseguia almejá-lo direito por conta da visão distorcida que tinha de mim mesma. Além do quê, tudo isso me faz mais feliz do que antes, e eu me sinto realizada, de verdade. Isso é legal, legal mesmo.
Às vezes nossas partes ruins e boas são como duas árvores, lado a lado. Uma delas vai crescendo, crescendo, e não deixa que a outra árvore cresça também, fazendo com que esta fique sempre a sua sombra, e ao mesmo tempo, sem poder sentir a luz e o calor do sol, sempre a espreita. A árvore menor e menos favorecida tenta ao máximo crescer, se mostrar, e sem sucesso fracassa em quase todas as suas tentativas pelo poder que a outra árvore vai adquirindo com o tempo. Por ventura ela acaba pensando que é um caminho sem volta, mas então, de repente, alguém chega para podar a árvore espaçosa, deixando que a menor cresça com mais facilidade, e que se torne algo independente, grandioso, e lindo, muito mais lindo que a árvore egoísta, que queria tomar conta de todo o espaço e só chamar atenção para ela própria. Então em algum momento de nossas vidas é isso que acontece... Aparece um alguém, ou quem sabe mais de um alguém, que é aquele que vai podar as coisas ruins, e fazer com que as nossas melhores partes se sobressaiam. Nem sempre a gente consegue notar claramente como agimos, ou o que fazemos, tanto para o lado bom, quanto para o lado ruim ruim, e precisamos apenas disso, de alguém...