quinta-feira, 28 de julho de 2011

Que saudades, Vô.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

23:59 minutos atrás...


Exatamente as 00:01 meu coração acelerou. Mais um filme, mais uma etapa a ser cumprida. Outro pedaço da maior saga de todos os tempos terminando. Assim como as Horcrux de Voldemort, mas diferente delas por não ser magia negra, um dos 7 pedaços dessa estória estava sendo destrinchado. Com muito amor, lágrimas, sorrisos, alegrias ou tristezas, nos despedimos mais uma vez de Harry Potter.
Tudo que os fãs contam são coisas muito parecidas, mas igualmente únicas. Eu, por exemplo, li A Pedra Filosofal quando tinha apenas 7 anos. Foi o primeiro livro com mais de 100 páginas que eu li na minha vida e tinha certeza de que não ia parar por aí! Não é a toa que 11 anos depois, continuo assídua a tudo que essa vida mágica me trouxe. E são mais do que apenas livros, são ensinamentos, são lições e aventuras que todos nós gostaríamos de viver, e vivemos.
Quem nunca sonhou com a tão esperada carta de Hogwarts, em voar numa vassoura, em fazer carinho no Bicuço, entre tantas outras coisas que só o Mundo Mágico poderia nos proporcionar, e proporcionou.
Pude contar com Hogwarts quando precisei, em tantos momentos da minha vida em que a única solução era recorrer ao meu livro de cabeceira preferido.
São experiências e mais milhares de coisas que, para mim, são especiais demais e totalmente desnecessárias de um Lembrol.
Tive a oportunidade de crescer com o Harry e passar por tudo que ele passou, lado a lado, sem fraquejar, sem ter medo de dizer um nome bobo - porque é sempre bom chamar as coisas pelo nome que elas têm, afinal o medo de um nome aumenta o medo da coisa em si -. Sem ter vergonha de amar meus amigos e mais ainda, de ter piedade daqueles que estão, por quaisquer que sejam as circunstânceas, contra mim.
E essa madrugada foi memorável, não só porque foi o último filme de Harry Potter que eu vi na tela do cinema, mas sim porque eu nunca imaginei que um dia, aquele livro que eu li quando tinha 7 anos, iria contaminar tantas pessoas em um só momento. Me senti feliz por fazer parte disso.
Nada acaba aqui e hoje mais do nunca eu tenho plena certeza desse fato. Meus filhos lerão Harry Potter, faço questão. Assim como eu nunca dexarei de apreciar tudo que eu vivi (gostaria de ter uma penseira particular).
E assim, me despeço de mais essa parte importante da minha vida, do Harry, do Rony, da Hermione e de todos aqueles que estiveram conosco durante todos esses anos.


Mal feito, feito.

domingo, 10 de julho de 2011

But somehow I forgot

E quem diria que eu iria ler o que eu li agora e que eu ficaria orgulhosa por ter proporcionado, mesmo que indiretamente, a felicidade de duas pessoas?
Às vezes a gente acha que terminar um namoro é fazer mal, mas muito pelo contrário, é trazer o bem pra duas pessoas, é fazer com elas que se encontrem e encontrem outros que o façam mais feliz do que um dia fizemos um para o outro. E sinceramente? Toda aquela inveja, ciúmes, raiva, vingança ou seja o que for, passou. Passou assim, simplesmente. E eu estou feliz, e é uma felicidade sincera, real, verdadeira. Acho que a vida me guarda muitas surpresas, não é minha hora de encontrar o meu príncipe encantado, mas foi a sua de encontrar a sua princesa, e eu estou satisfeita. Nunca deixei de ter carinho por você e acredito que sua vida será melhor após ter convivido comigo, assim como a minha tem sido melhor após ter convivido com você.
Eu acredito que tudo tem um propósito, e o propósito de termos passado um pela vida do outro foi justamente esse, de fazer com que os dois estivessem prontos pelo que estava por vir e pra aprender que namoro igual ao que tivemos não devemos mais ter.
Eu não sei se isso é normal, achar que uma pessoa que esteve comigo está melhor agora e eu ficar satisfeita por isso. Talvez isso signifique que eu realmente o amei um dia e que só restaram coisas boas, afinal.
Minha vida, de muitas maneiras, tem tomado formas estranhas e seguido para destinos que eu não imaginei. Quem diria, ano passado, do jeito que eu estava, que eu estaria onde eu estou agora.

Hospital Beds

Me senti estranha hoje, boa parte do dia.
Pra começar me levantei 7:00 da manhã, depois de ter ido dormir quase 5:00 na noite anterior, 5:00 da madrugada. Depois fui ao médico, etc. Voltei pra casa, almocei, dormi, acordei, fui pra casa da vó, voltei, etc.
Me senti mal agora pouco por não ter estudado o suficiente pro meu projeto de pesquisa, até tinha esquecido o que eu realmente tinha de pesquisar e então me lembrei, pela metade, mas lembrei.
Tenho tanta coisa pra fazer, mas até agora não sei como organizar tudo isso. Não só estou falando de coisas pra fazer do tipo, obrigações, mas coisas que eu tenho vontade de fazer e ainda não consegui ter um tempo exato pra tudo isso.
Estou há uma semana, 2 dias e algumas horas simplesmente em casa esperando o tempo passar, assistindo How I Met Your Mother, engordando alguns quilos ao comer tudo que tem me dado vontade, e isso me faz sentir péssima. Não me sinto ok passando tanto tempo sem fazer nada, até porque eu andei fazendo bastante coisa antes disso e não queria ter parado tão bruscamente.
Que raiva, toda vez que eu clico ENTER ao invés de fazer o que a tecla sugere a barrinha de digitação sobe.
Vou assistir mais um pouco de HIMYM e vou tentar dormir. Amanhã espero acordar cedo e tentar organizar minha vida. De segunda não passa, volto a ser gente.


É claro que eu tenho bastante certeza de que não vou conseguir acordar antes das 11:00 horas amanhã, mas o que vale é a intenção, afinal.

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i miss you... and i dont know exactly how i can, but i do. i do so hard.







helen

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Darlin, you're hiding in the closet once again

E ao analisar tudo que aconteceu comigo, tudo que eu já vivi, só posso suspeitar de que eu tive uma vida plena, até agora. Nada que me aconteceu serviu, senão, para me ensinar a ser alguém muito melhor do que eu já fui. E tudo que eu aprendi me ajudou a enxergar de uma maneira muito verdadeira como as coisas são e devem ser. Por mais que eu não seja quem eu gostaria de ser o tempo todo, suponho que alcanço sempre os meus objetivos, justamente por ter essas qualidades e defeitos comigo. Não consigo guardar rancor, mágoas e tristezas de ninguém que passou por essa estrada que leva meu nome. Acho que não teria como ter raiva dessas pessoas, por mais que elas, possivelmente, tenham me feito mal de alguma maneira. Como ter raiva de pessoas que mesmo me fazendo mal, me fizeram um bem incrível? Não é possível, sempre sobra uma risada, uma felicidade, mesmo que escondida, com cada um desses indivíduos que divido minha vida. Eu sou feliz, por mais que eu não tenha consciência disso às vezes, por mais que eu não tenha vontade de me sentir assim quando eu passo por um momento de tristeza. Agradeço a todos que um dia disseram me amar, que um dia me mostraram esse sentimento, seja da maneira que for. Com um cafuné, com uma visita inesperada, com palavras amigas, com um presente, com um gesto de gratidão ou até mesmo ingratidão por eu não ser aquilo que essa pessoa esperava. Até porque eu acho que decepcionei muitas pessoas nessa minha estrada, mas acho que só assim que conseguimos crescer de algum modo. É o que eu acho. Vai ver eu acho isso agora porque eu senti uma paz grande, ao ler o que um dia alguém que eu julguei e amei muito me disse... Engraçado como justamente quem eu mais amo acabo fazendo mal, isso é doença, hahahaha. Não quero acabar sozinha, mas eu sinto que agora e por muito tempo eu quero ficar só comigo mesma, pra aprender mais tudo que eu tenho a me ensinar e poder lidar com essa minha vida maluca, sem ter que por a culpa em ninguém pelos meus fracassos, pelos meus tropeços. Acho que eu mereço a mim mesma, mereço ficar sozinha comigo mesma para notar tudo que eu faço, sem que alguém tenha que me avisar o caminho certo, a maneira certa de agir. Talvez só comigo mesma eu consiga aprender tudo que todo mundo sempre quis me ensinar, porque eu ouvi a todos, mas sempre esqueci de ouvir a pessoa mais importante, a principal, eu mesma.