domingo, 28 de fevereiro de 2010

And that's all I have to say.

Humf... After all you put me through, you'd think I despise you, but in the end, I wanna thank you, 'cause you make me that much stronger. When I thought I knew you, thinking that you were true, I guess I, I couldn't trust. Called your bluff, time is up, 'cause I've had enough. You were there by my side, always down for the ride, but your joy ride just came down in flames, 'cause your greed sold me out of shame. After all of the stealing and cheating, you probably think that I hold resentment for you, but, oh no, you're wrong, 'cause if it wasn't for all that you tried to do I wouldn't know just how capable I am to pull through, so I wanna say thank you, 'cause it makes me that much stronger, makes me work a little bit harder, it makes me that much wiser. So thanks for making me a fighter. Made me learn a little bit faster, made my skin a little bit thicker, makes me that much smarter. So thanks for making me a fighter. Never saw it coming, all of your backstabbing, just so you could cash in on a good thing before I realized your game. I heard you're going round playing the victim now, but don't even begin feeling I'm the one to blame, 'cause you dug your own grave. After all of the fights and the lies, yes, you wanted to harm me, but that won't work anymore. No more, oh no, it's over, 'cause if it wasn't for all of your torture, I wouldn't know how to be this way now, and never back down. So I wanna say thank you. How could, this man I thought I knew, turn out to be unjust, so cruel? Could only see the good in you, pretended not to see the truth. You tried to hide your lies, disguise yourself, through living in denial... But in the end you'll see, you won't stop me. I am a fighter and I ain't goin' stop. There is no turning back, I've had enough. Thought I would forget? But I remember. 'Cause I'll remember, I'll remember.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

"Mas eu tinha que ficar contente. E quando você quer, você fica. Comecei a ficar, pois não quero me tornar uma pessoa pesada, frustrada, amarga. Não vou me tornar assim."

Ímpar

Gosto muito de Caio F., muito, muito mesmo. Desde que bati os olhos nos primeiros textos dele, me encantei. Me encantei perdidamente. Como tal ser, possui tal dom, e ainda assim é um humano? Pois que não seja como eu, nem como você. Caio F. é um humano especial, claro que cheio de vícios e virtudes, mas que para mim, e os demais admiradores, não passam de qualidades. Não é heterossexual, não é fumante passivo, não resiste a uma bebida, não é quieto, não é racionalista, não se faz de moralista, e é um homem magnífico. Eu o admiro, muito mais do que a muitos outros. Admiro porque, Caio - que assim sempre o chamo, e faço questão, mesmo que não o conheça e por ventura não o vá conhecer - escreve como quem sussurra ao pé do ouvido, e enche o coração de ternura de uma maneira que nenhum outro sabe fazer, pois seu jeito de nos atingir não é meigo, não é gentil, não é educado. Ele chega com força, invade qualquer espaço vazio, e vazio este porque sempre todos tem vergonha de ocupar estes lugares. Fala de amor como quem fala de sexo, e fala de sexo como quem fala de amor. Caio é sensacional. Eu poderia dizer que o amo, se não o odiasse por sempre conseguir me fazer ver, o que talvez não quero saber.  

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

We can sit here and laugh...

Não sei porque tudo isso não diminui, só cresce, e cresce. Eu não sei porque não me sinto exaurida ao máximo, ao ponto de abandonar o barco e remar contra a maré. Acho que é isso, remar contra a maré. O que eu quero é muito claro, e eu sei o que eu quero, portanto não poderia ir contra isso. Talvez esteja atrapalhando a vida de outros a minha vivência, mas a minha, bem, esta está em perfeito estado, no melhor estado, no que sempre houve de estar.
Medo, sinto medo, sempre senti, não seria diferente agora. Mas o medo que me persegue no momento é diferente, é um medo de perda, um medo de solidão, um medo do escuro. Medo também de não ver as coisas corretamente, de agir de modo errado, e me enroscar numa cama de gato sem saída. Medo também de ir contra o que eu preciso e desejo. Talvez o melhor de tudo seja isso... Tenho o que preciso e o que sempre desejei. Por isso não desisto, por isso não dou fim, por isso persisto e por isso estou aqui com você, e se puder... Todo o tempo estarei.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Oh lord.

De vez em quando eu fico muito confusa com relação a mil coisas ao mesmo tempo. E isso, por sua vez, gera muita insegurança. Eu nem sei ao certo porque deixo esse tipo de sentimento tomar conta de mim, acho errado, e tal, mas acontece. Acabo me magoando muito as vezes, e não é legal, muito pelo contrário... Mas eu não consigo ser muito diferente disso.
Em alguns momentos eu queria parar de pensar tanto sobre os assuntos, porque é horrível como eu me acostumei a ficar remoendo, e remoendo, tudo trilhões de vezes. E ao invés de chegar a conclusões satisfatórias, sempre depois que me resolvo eu ainda continuo pensando se aquela opção é realmente a melhor opção. Sou insegura demais, caramba.
Acho que isso afeta muitas coisas ao meu redor, e com relação a mim mesma. Não sei o que é pior: viver nesse inferninho todos os dias, ou notarem que eu estou num conflito pessoal gigante.
É até meio chato, de vez em quando, que minhas inseguranças são sobre coisas que eu não deveria ter dúvidas, e tudo isso. Como eu ando pensando muito "talvez seja cedo", e vai ver por isso eu esteja assim, não que isso seja uma justificativa, eu realmente sou traumatizada, mediante uma sucessão de pessoas de merda que passaram pela minha vida. Mas isso nem é motivo também... Muita gente já deve ter passado pelas mesmas situações e devem tê-las superados.
Ah, é foda.
Não gosto muito de me comparar também, até porque eu sou eu, você é você, e ele é ele, então tá... Mas mesmo assim, não me sai da cabeça que tem gente mais evoluída do que eu dentro da nossa humilde raça humana.
O pior de tudo é pensar no passado dos outros. Eu também não sei porque eu faço isso, visivelmente só consegue me deixar pior, e eu insisto, mesmo assim, em olhar certas coisas, em lê-las, em me machucar dessa forma totalmente masoquista. Ninguém me obriga a ver nada, eu olho por livre e espontânea vontade. Então eu não sei mesmo que espécie de porcaria eu tenho dentro da cabeça.
Isso tudo só serve pra me deixar fula da vida, e cheia de dúvidas. E eu não sei como eu posso chegar a duvidar de certas coisas, cara, que droga! Porque uma dúvida vai levando a outra, e é um dominó gigantesco.
Chego a conclusão que pensar só ferra com a vida das pessoas... Na próxima vida devo nascer como um ser inanimado.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Hold on

Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és. E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Hopeless

É incrível como eu me pego tão confusa, tão angustiada e nervosa de vez em quando. São tantas perguntas sem resposta na minha cabeça, tantas coisas a serem resolvidas, tantos buracos negros, e tanta insegurança gerada por tudo isso que eu não sei o que fazer. Sei que o problema da maioria das discussões em minha casa, com minha familia ou com o meu namorado e amigos, sou eu mesma, e isso torna tudo mais e mais difícil. Porque eu não sei mais como mudar, aliás, eu até sei, sei como eu devo fazer para ficar no "ponto" para que todos possam estar mais satisfeitos comigo e assim fazer com que as coisas fiquem mais felizes, mas por outro lado, eu não consigo mudar desse jeito, não sei o que fazer exatamente pra deixar as coisas por dentro de mim de um modo diferente, sempre erro na medida, não consigo achar o equilíbrio dentro de mim. Não sei se me acomodo com o "eu sou assim", ou se eu simplesmente começo a buscar por uma perfeição que nem me é cabível. Ao mesmo tempo que eu acho que talvez eu devesse buscar a perfeição, mesmo que soubesse que eu jamais me tornaria perfeita, só para tentar alcançar o ponto máximo de mudança possível que eu conseguisse. Mas é tão, tão difícil. Parece que tudo que eu começo eu nunca consigo terminar, seja estudar para ser alguém - e eu não sei ainda nem o que eu quero ser - ou seja mudar meu jeito de agir em certas situações para poder conviver melhor com todo mundo ao meu redor. Carambra, eu não sei mesmo. Choro o tempo todo por nada, eu me sinto tão estúpida, eu sinto que eu deveria simplesmente fazer o que eu sempre faço: me afastar para parar de atrapalhar. Me sinto péssima, não suporto essa sensação de estar arruinando tudo. E eu sei que é exatamente isso que eu estou fazendo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

What if...

What if there was no lie, nothing wrong, nothing right? What if there was no time, and no reason or rhyme? What if you should decide that you don't want me there by your side? That you don't want me there in your life? What if I got it wrong and no poem or song could put right what I got wrong or make you feel I belong? What if you should decide that you don't want me there by your side? That you don't want me there in your life? That's right, let's take a breath jump over the side. Let's try... How can you know it when you don't even try? That's right. Every step that you take, could be your biggest mistake. It could bend or it could break... That's the risk that you take. What if you should decide that you don't want me there in your life? That you don't want me there by your side? That's right, let's take a breath jump over the side. Let's try... How can you know it when you don't even try? That's right. Thats right, let's take a breath jump over the side. Let's try... You know that darkness always turns into light. That's right.