sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

... e não há tempo que volte, amor. vamos viver tudo que há pra viver, vamos nos permitir.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Past away

And if you listen to me: I miss you. 
And if you hear me now: I need you. 
Where did you go? 'Cause you’re not gone. 
Everyone knows that something is wrong, the wires were cut and i'm alone.
And do you ever want me? Do you ever need me? 
I know that you left before goodbye and its okay, there’s always another day.
And anytime you want me? Anytime you see me? 
I don’t think you meant to say goodbye, but it's okay, there’s always another day. 
Your voice comes in and now it's fading. I cant believe this, is so frustrating. 
'Cause you never seems to understand and you let me slip straight through your hands. 
And how does it feel to be alone?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Fuck you very, very much

Tô com raiva de uma porrada de gente, estou sim! Mas quer saber? QUE SE DANEM TODOS, eu que não vou ficar mal por causa de terceiros que don't give a shit pra mim.


Look inside your tiny mind.
You're losing control of it and it's really distasteful.
Your words don't translate and it's getting quite late, so please don't stay in touch.
Do you get a little kick out of  being small-minded?


Obrigada.

sábado, 13 de novembro de 2010

Você não viu nada, você nem viu o amor. Que idade você tem, vinte? Tem cara de doze.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

I set fire to our bed

Dez milhões de anos que eu não escrevo e confesso que eu não senti tanta falta, principalmente porque a dificuldade de pensar era expressa em palavras e agora isso não é mais um problema pra mim. Tenho pensado muito na minha vida, nos meus problemas, no que eu quero pro meu futuro. É difícil colocar a casa em ordem, arrumar cada cantinho, deixar tudo nos trinques, mas não é impossível. A cada dia que passa eu me sinto tão mais calma e tranquila com relação as coisas, é estranho porque eu não deixei de ser uma pessoa inquieta e ansiosa, mas eu estou aprendendo a controlar tudo isso de um modo melhor e mais pacífico. Muitas coisas me incomodam, muitas pessoas me torram a paciência, mas nem por isso eu saio dando ataques de loucura. Eu não sei, me sinto bem e mais confortável na minha própria presença, mas não garanto que isso vai durar muito tempo, pode ser que não dure, eu não sei. Acho que por, principalmente, não ter certeza dessa durabilidade das coisas que eu venho me sentindo mais pacífica, porque estou me permitindo dar tempo ao tempo, porque estou me permitindo pensar que nada precisa acontecer no momento agora e que eu, por sorte, ainda tenho muito tempo de vida e que dentro desse tempo muitas e muitas coisas ainda podem acontecer. Ultimamente eu venho me sentindo tão querida, tão amada por certos amigos, isso é maravilhoso. Acho que por um lado essa é uma das razões dos dias irem passando e eu estar passando com eles sem me preocupar ou contar as horas do relógio. Não digo que eu não sinto falta do carinho dele, até porque eu sinto, mas o que eu mais sinto falta é da pessoa, do ser humano que eu acreditava ter do meu lado. Uma das características mais marcantes dele, pra mim, era exatamente isso: ser humano. Hoje quando eu o vejo por aí, falando, agindo, e sendo coisas que eu não percebia antes fico me perguntando se ele era realmente assim ou se simplesmente está fingindo, ou até quem sabe se transformando nessa pessoa estranha que já não me apetece tanto assim, porque aquele que eu sinto falta eu não vejo mais por aí, eu nem sei seu paradeiro... Ele se transformou em algo que eu não reconheço muito bem. Fico pensando se eu me transformei em algumas coisas que ele também não reconhecia, mas não atualmente e sim no tempo em que convivíamos, o que talvez poderia ser pior. Hoje eu me conformo com o nosso rompimento, mas talvez pra ele tenha sido difícil ver alguém mudar assim, diante de seus olhos... Alguém que ele julgava amar e que julgava conhecer. Mas será que parte do conhecimento sobre mim não daria a ele o poder de saber que isso, essa mudança, ocasionalmente, poderia ocorrer? Se bem que o conhecimento é muito limitado, a gente nunca sabe tudo sobre ninguém, e é bem verdade que nem nos conhecemos tão bem assim, eu mesma como disse agora pouco me vejo diferente e acho até estranho minha reação em diversos momentos, há alguns meses atrás eu estaria explodindo em chamas de ódio por certas coisas. Eu choro, eu fico mal, mas eu consigo respirar fundo e colocar a cabeça no lugar e isso é TÃO bom. Não sei se seria bom estar com ele novamente hoje, do meu lado, seria estranho, ele anda estranho pra mim, acho que isso significa que tomamos caminhos diferentes e que simplesmente tudo terminou pra sempre. O que eu faço então com essa falta do garoto que estava ao meu lado sempre que eu precisava e que eu julgava ser a melhor pessoa pra me cuidar, me afagar e ser pra mim o meu apoio? Talvez o problema tenha sido o apoio... Fiz dele o meu alicerce, a minha pilastra, isso é péssimo, eu mesma devo ser tudo isso pra mim mesma, não devo sair por aí me apoiando nas pessoas e fazendo com que elas sejam responsáveis pela minha queda e pela minha constante ascensão, é claro que elas podem ser um dos pilares e tal, mas não ser todos e simplesmente serem responsabilizadas por tudo, afinal todo mundo tem seus próprios pilares pra se preocupar. Bom, no fim das contas eu me sinto bem, com essa estranha sensação de calma reinando por todos os lugares dentro de mim.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Hum

Eu poderia jurar que eu jamais estaria tão encantada com esse poder que Deus está adquirindo em minha vida, sinceramente eu estou flutuando, de verdade. Como pode, depois de uma série de coisas ruins receber uma notícia tão maravilhosa assim? Tudo bem, pode ser uma bobagem, mas eu pensei que os dias que iriam se seguir seriam dias "mais-ou-menos" ou até mesmo ruins e não dias "perfeitamente-mágicos", só que agora eles estão a um só passinho de se tornarem os melhores dias que eu já tive. Incrível, de verdade. Eu tinha que dividir isso com alguém mas não vou me precipitar, vai que não acontece, mas... Eu acho que vai, sei lá porque razão eu tô sentindo, sério, explodi de felicidade numa fração de segundos e ah... Deu aquela sensação de que nem tudo está perdido e que eu sou uma pessoa com muita sorte.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Gerônimo

Tudo é questão de tolerância, aprendi. É preciso ter tolerância consigo mesmo, com o outro, com o mundo e com as coisas ao redor de si. Ser tolerante implica com diversas coisas, inclusive com liberdade. E liberdade deve ser o que de mais paradoxo existe, pois todos buscam liberdade durante grande parte - ou toda parte - da vida, mas por outro lado quando encontram alguém pelo qual passam a nutrir certos sentimentos essa tal liberdade passa a ser tratada como um pequeno objeto intransigente, que atormenta aqueles que amam e acreditam que privar é demonstrar algum tipo de cuidado e afeto, quando na realidade só mostramos o quanto nos importamos com alguém, por exemplo, quando esse mesmo indivíduo sofre e deixamos que sofram para que aprendam, mas sem negarmos a mão, sem dizer não a pedido de socorro, a um ombro para chorar. Valorizar o próximo é muito mais do que se estar presente dia após dia, é estar vivo na memória do passado, ser levado em consideração no futuro e mostrar-se necessário quando se fizer necessário, e se não fizer... Tolerância, sempre.

domingo, 5 de setembro de 2010

“Sabe aquela mulher super equilibrada? Que nunca te cobra nada? Super segura, nada ciumenta e calma? Então, ela tem outro. Certeza.”

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

9 months

... and my baby was born.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Teria, já, descoberto o silêncio como forma mais ampla de comunicação?

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

E, de qualquer forma, às cegas, às tontas, tenho feito o que acredito, do jeito talvez torto que sei fazer...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Rascunho feito, corrigido e revisado. Vamos nos passar a limpo, agora, por favor?

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

While

— Bom, feliz talvez ainda não. Mas tenho assim... Aquela coisa... Como era mesmo o nome? Aquela coisa antiga, que fazia a gente esperar que tudo desse certo, sabe qual?
— Esperança? Não me diga que você está com esperança!
— Estou, estou.

Voltaire

"Os raciocínios do homem, todos juntos, não valem o sentimento da mulher."

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Carioca

Por que não tratamos desconhecidos como são? Desconhecidos. Ao ver alguém que não temos informação alguma, verdadeira, real, sincera, criamos uma personificação, uma imagem plena e completa sobre esse alguém que tanto não sabemos e dizemos por ignorância algo saber.
É difícil quando alguma coisa muito ruim - ou talvez nada seja ruim o suficiente que não possamos aprender com isso - acontece com essa pessoa que antes dizíamos que era apenas um indivíduo qualquer, que achávamos mal-encarado, ou que na realidade mal o encarávamos. As mil faces que se escondem num completo estranho são inúmeras e é enfadonho ver como o lobo dentro dos homens consegue transformar a tendência tênue entre o bom e o sutil, ao ruim e selvagem. Tornamos animalesco aquilo que poderia ser doce e suave, caso nos dessemos a oportunidade de desbravá-lo.
Um simples "olá", talvez um "boa noite", ou até mesmo um acenar de cabeças, poderiam quebrar esse iceberg que se forma entre os seres que se desconhecem.
Triste mesmo é quando se nota que esses tipos não são apenas estranhos, alguéns, são pessoas, individuos, são como nós mesmos, por dentro, são de verdade, sentem e sofrem. Fomos feitos pra sofrer, contudo. Ao fim, a dor do outro passa a ser a nossa, a compaixão fala mais alto e a vontade de fazer algo que possa afagar a desolação do próximo é maior.
O ser humano é mesquinha por si mesmo e isso não é defeito. Defeito é ser de fato mesquinha a todo tempo, se esquecendo que existem outras diversas caracteristicas a se usar. Seria como se vestir com a mesma cor dia após dia... E uma vida sem cores não é uma vida. Por isso anseio por cores em minha vida e por vida diante de todas as suas cores.

domingo, 8 de agosto de 2010

Woolf

Pensei o quanto desconfortável é ser trancado do lado de fora; e pensei o quanto é pior, talvez, ser trancado no lado de dentro.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Não. Sim. Sim. Não.

Eu não deveria me desculpar por ser quem eu sou. Na realidade não mudarei minha essência, e no fundo você sabe bem disso. Apesar de transformações necessárias, o meu ímpeto por falar, agir, não se modifica. Continuo angustiada com o amanhã, pensativa além da conta com o agora e muito transtornada com o passado, que não passou. Me sinto boba por manter a lareira das lembranças acesa em minha cabeça, mas por outro lado, sei que não conseguiria viver sem isso. Quando volto ao tempo, lendo conversas antigas, cartas que nunca te entreguei, ouvindo pensamentos que nunca revelei, vejo o quanto sempre fui feliz, a partir do dia que pude contar com você ao lado de mim. É humanamente impossível ter vontade de apagar tudo isso que aconteceu. E hoje eu vejo que os papéis se inverteram... Você, que já não parece mais ter as dúvidas de antes, e eu, que me vejo numa cama de gato onde os nós estão muito bem enroscados, com todos os prós e contras, apesar e pesares... Eu continuo sem respostas.

domingo, 25 de julho de 2010

No momento em que a gente vê uma coisa ela se torna irreversível, inconfundível.
O irremediável se torna tangível.
Não me importo de ser vulgar, não me importa o comum, dizer o que outros já disseram.
Não tenho mais nada a resguardar, um momento à beira de não ser eu, não sou mais.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

De que adianta falar de motivos? Às vezes basta um só, às vezes nem juntando todos.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Novamente.

Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o Zen de repente escapa e se transforma em Sem? Sem que se consiga controlar.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Moi.

Em certos momentos começo a pensar em algumas coisas que sempre acreditei em minha vida, como por exemplo: feminilidade. Desde pequena acreditei que eu deveria ser diferente, única, especial aos olhos dos outros. Hoje em dia não entendo o porquê, a razão pela qual eu gostaria de ser diferente para o mundo, um mundo onde poucos notam as diferenças. Me sinto excluída, talvez presa num quarto vazio, com idéias diferenciadas que soam como um grito dentro do vácuo. Me sinto inóspita e talvez isso seja apenas uma vasta quantidade de ócio. Não ando lendo como antes ou assistindo filmes como costumava fazer. Vivo de tormentas e alucinações cotidianas. Escolha própria, é claro, mas também por próprio desejo resolvi sair dessa vida um tanto desprodigiosa ligada às mulheres de um século que não existe mais. Eu gosto de ser pensante, de ser ativa, de ser viva e fugaz, então, por que não sê-lo? É difícil quando o vazio começa a te engolir e você passa a gostar dele, a conviver junto com ele como se fossem companheiros de uma vida. Mas não são. Atravessar a vida com pessoas verdadeiras ao seu lado é mais vantajoso. Também não sei até que ponto, mas acredito que seja. Um pouco de ar fresco sempre faz bem. Ver novos rostos, novos estilos, novos eus. Mesmo que todos sejam iguais a todos e ninguém seja diferente de ninguém... É sempre bom. O que não faz mal, um certo bem deve fazer, certo? Não sei. Pra ser sincera não acredito muito nessa teoria que acabei de citar, até porque não gosto muito de meio termos. O que se torna um problema para uma pessoa tão jovem quanto eu, não gostar de meio termo é algo um tanto definitivo demais, pois sou tão imatura e tão cheia de vida que não deveria me apegar a tantas idéias. Deveria ser mais solta, mais aberta a tudo. Mas isso me transformaria em um alguém volátil além da conta. Por fim, não gosto de meio termos.
Alguma tranquilidade passou por mim agora, apesar do embrulho que sinto em meu estômago, continuo eu mesma, isso passa certa tranquilidade, certo? Saber quem somos? Ou... O que fomos e por sorte continuamos a ser. Nosso caráter, claro. Não me nego a crescer, negaria assim, minha própria existência. E isso eu não nego, jamais... Há muito que saí da terra do nunca. Mas talvez a terra do nunca não tenha saído de mim - e por isso continuo a ser quem sou -.
Tudo bem, já é o bastante, pensei demais.
Aurevoir.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Foi.

E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir antes que cresça. Com requintes, com sofreguidão, com textos que me vêm prontos e faces que se sobrepõem às outras. Para que não me firam, minto. E tomo a providência cuidadosa de eu mesma me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também. Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o Zen de repente escapa e se transforma em Sem? Sem que se consiga controlar.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente. Existe uma pessoa, que se você for parar pra pensar, é na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho: chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas. Mas nem sempre precisamos das coisas certas. Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor. A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar, que é para na hora que vocês se encontrarem a entrega seja muito mais verdadeira. A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lagrimas, essa pessoa vai tirar seu sono, mas vai te dar em troca uma inesquecível noite de amor. Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar toda a vida esperando você.

Dar não é fazer amor.

Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar...


Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.

Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
"Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.

Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar.
Experimente ser amado...
  

Luís Fernando Veríssimo. 

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Good.

A todos trato muito bem. Sou cordial, educada, quase sensata. Mas nada me dá mais prazer do que ser persona non grata. Expulsa do paraíso, uma mulher sem juízo, que não se comove com nada. Cruel e refinada. Que não merece ir pro céu, uma vilã de novela. Mas bela, e até mesmo culta. Estranha, com tantos amigos e amada.
Aqui entre nós, melhor que ser boazinha é não poder ser imitada.

terça-feira, 18 de maio de 2010

I wish.

Às vezes acontece cada coisa na nossa vida, e a gente precisa mesmo é superar... Difícil é, mas não impossível. E hoje eu me vejo mais uma vez com essa missão entregue à mim. Essa missão de superar as dificuldades que encontro no meu caminho. Soa bem clichê, mas não deveria ser. A gente não deveria ter que passar por certos sustos, nem ter de ficar tão atordoado com o simples fato de pisar do lado de fora da nossa casa e encontrar pessoas estranhas e pensar: "será que elas querem me matar?". É horrível viver assim, e hoje eu acordei desse jeito, com essa angústia chata, com esse medo grande de ir viver. A gente sempre acha que as coisas não acontecerão conosco como acontece com os outros, e é uma triste realidade que sim, estamos todos sujeitos a passar por qualquer tipo de situação. É uma desgraça, de verdade, pois eu não gostaria de morrer pelas balas de um bandido, ou por coisas similires. Seria uma morte grotesca, e até irônica o fato de alguém querer tirar a sua vida por uma razão sem causa, por nada, seria quase um suicídio se não fosse homicídio.
Queria me salvar desse mundo cão, viver imune a tudo de ruim que pode me acontecer, mas sei que não sou a Mulher Maravilha e que não tenho esse super poder, mas eu gostaria e muito.

domingo, 16 de maio de 2010

Bla bla blá.

Por que raios eu sou tão bipolar assim?!


Lenny Kravitz é muito bom.


Não gosto de andar no sol.


Na realidade eu até gosto de sol, o que eu não gosto mesmo é calor.


Não, eu gosto de calor, principalmente humano, o que eu não gosto mesmo é de suor.


Não, eu até que gosto de suor, mas só se o meu estiver misturado com o dele.


Eu amo ele.


Ele, ele, ele, ele.


Já sinto saudades.


Amanhã tem aula.


Não estou afim de estudar, poderia virar vagabunda agora.


Não quero nunca mais saber de pornografia.


Sexy, sexy, sexy.


Sem ser vulgar.


Me sinto gorda.


Makes me sad.


Não sei se eu queria ser mais magra, não faço nada pra isso mesmo.


Tenho sono, mas não consigo dormir direito.


Será que estou com alguma disfunção?


Só se for mental.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Meio silêncio.

É tempo de meio silêncio,
de boca gelada e suspiro,
de palavra indireta, aviso na esquina.
Tempo de cinco sentidos num só.
(
Carlos Drummond de Andrade)

Águas de vidro à luz doentia da madrugada. Um vidro verde e fino refletindo longe o tremor das luzes da cidade. Aproxima lento o próprio dedo da ponta acesa do cigarro até senti-lo retrair-se num afastamento involuntário. O rosto do outro também parece feito de vidro. Um vidro ainda mais frágil que o da madrugada. Tem a impressão que se sair caminhando o ar irá quebrar-se em ruídos e estilhaços. A lua está tão bonita que dói por dentro, fala. Depois retrai-se como o dedo não queimado. Sempre o medo de chegar perto demais, de não poder voltar atrás, pensa, e solta devagar a fumaça pelas narinas.
“Quer ouvir música? meus dedos avançam até o rádio. Um gesto e três palavras para encher o silêncio. Que de tão repleto não cabe em si mesmo. Mas ele diz não. Sua resposta me enche de uma brusca vergonha. Como se tivesse descido mais fundo do que eu, dispensando as facilidades que também são fuga. A luz da lua bate nas pedras, elas brilham feito mil luas brancas, mil luas ásperas, mil luas à beira de um céu-rio sem estrelas. Está tudo quieto - há quanto tempo? - e meus ouvidos já não descosturam do silêncio o rumor dos carros passando distantes na estrada.”
 

Olham-se, mas não se vêem. A escuridão não é uma parede, mas o silêncio os imobiliza na busca da palavra maior. Os dois fumam. As pontas acesas desvendam o escuro, e por instantes colocam um brilho avermelhado nas pupilas de ambos.
 

Perguntou se eu queria ouvir música. Não, eu disse sem pensar. Então ela calou como se tivesse ficado ofendida por eu recusar alguma coisa sua. 


Desconhecidos: como isso é, a um só tempo, terrivelmente bom e terrivelmente assustador. Pensar que eu estava só, no bar, esperando nem sei que, nem sei sequer se esperando: de repente os olhos me buscando no balcão em frente. Verdes. No primeiro momento foi a única coisa que percebi. Verdes, os olhos, atrás da fumaça, no meio das gentes, na frente do espelho. E o espelho refletindo o meu espanto. Depois vi os cabelos, a boca, os ombros. Mas era nos olhos, só nos olhos, que se fixava aquele mudo apelo, aquele grito. Nem sei. Aquela clara maldição. Saí, saiu. Não dissemos nada. Eu só tenho esperas. Ele traz a tranqüilidade de mais nada esperar.
“Um menino. Aquele ar espantado. Um pouco trêmulo. Cigarro atrás de cigarro. Tenho medo de tocá-lo. De quebrá-lo.”

Eu disse: a lua está tão bonita que dói por dentro. Ele não entendeu. É tudo tão bonito que me dói e me pesa. Fico pensando que nunca mais vai se repetir, é só uma vez, a única, e vai me magoar sempre. Não sei, não quero pensar. Neste espaço branco de madrugada e lua cheia, preciso falar, e mais do que falar, preciso dizer. Mas as palavras não dizem tudo, não dizem nada. O momento me esmaga por dentro. O espanto esbarra em paredes pedindo exteriorização.
 

Você vê? As pedras parecem luas também. Ou estrelas, ela diz. Chão de estrelas. Vamos pisar nos astros distraídos? Ele ri. Nesse segundo cheio de riso alguma coisa se adensa. Nossos pés pisam em pedras. Mas por cima dos sapatos, sinto que são frias e duras, e sei que seu significado está em nós, não nelas. Uma vontade que a manhã não venha nunca. Vai voltar a grande busca. As noites vazias. Amargura de estar esperando. Repetir mil vezes: não quero esperar. E a certeza de que esse não querer já traz implícitas as longas caminhadas, o olhar devassando os bares, a náusea, os olhares alheios, a procura, a procura: seus ombros largos, um jeito de quem pisa mesmo em luas, não em pedras.
 

As sombras se projetam alongadas na praia deserta. Rumor de carros e faróis que devassam a noite sem achar. Pára de súbito, o corpo ferido por um sentimento indefinível. Precisa falar, precisa dizer.
 

Afinal, não foi para enfiar pérolas que você me trouxe aqui: eu digo. Ele está a meu lado. Então me olha sério, por um instante abalado, depois ri e diz: desista. Positivamente o cinismo não fica bem em você. E se com essa citação só quer mostrar que já leu Sartre, eu também já li. Por que feri? Por que feriu? Por que estamos dizendo coisas que não sentimos nem queremos?
“Um menino assustado querendo mascarar o medo com a agressividade. Um menino. Curvo-me para ele. Tão esguio que meus braços o rodeariam por completo. Por um instante ele ficaria inteiro preso dentro dos meus limites.”
 

O rosto dele próximo do meu. Mais adivinho do que vejo o verde dos olhos deslizando pelas órbitas. A sua mão toca no meu ombro, sobe pelo pescoço, me alcança a face, brinca com a orelha, alcança os cabelos. O seu corpo cola-se ao meu. A sua boca vem baixando devagar, vencendo barreiras, colando-se à minha, de leve, tão de leve que receio um movimento, um suspiro, um gesto, mesmo um pensamento. Estou em branco como a noite. Ele me abraça. Ele está perto.
Ergue o braço lentamente, afunda as mãos nos cabelos de outra. E de súbito um vento mais frio os faz encolherem-se juntos, unidos no mesmo abraço, na mesma espera desfeita, no mesmo medo. Na mesma margem.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

High

Tô me sentindo tão esquisita hoje... E não só hoje! Já fazem alguns dias... Isso é ruim, não me sinto bem de maneira alguma, por muito tempo. 
Péssimo.
Em pensar que está tudo tão bem... E que eu adoro reclamar de barriga cheia, pra variar um pouco, porque é sempre bom. 
Tô enjoada, isso sim, de ser tão alienada e ociosa. 
End.


Beautiful dawn, lights up the shore for me. There is nothing else in the world, i'd rather wake up and see... With you. Beautiful dawn, I'm just chasing time again. Thought I would die a lonely man, in endless night... But now I'm high, running wild among all the stars above. Sometimes it's hard to believe you remember me. Beautiful dawn, melt with the stars again. Do you remember the day when my journey began? Will you remember the end... Of time? Beautiful dawn, you're just blowing my mind again. Thought I was born to endless night, until you shine. High... Running wild among all the stars above. Sometimes it's hard to believe you remember of me. Will you be my shoulder when I'm grey and older? Promise me tomorrow starts with you. 

sexta-feira, 2 de abril de 2010


domingo, 28 de março de 2010

É.

Hoje eu sei que você apareceu para por as coisas no lugar, arrumar a casa, mudar todos os móveis de posição. Fazer uma bagunça organizada, tirar de vez toda sujeira acumulada. Deixar tudo mais claro, mais límpido, mais bonito. Sei que você apareceu pra me mostrar que tudo pode ser diferente, e que não vale a pena ser triste, só porque esperam isso da gente. Que o que vale a pena mesmo é sorrir, esquecer dos problemas, deixar que apenas o nosso carinho ocupe todos os cantinhos possíveis. E assim você conseguiu não só ocupar minha casa inteira, além disso conquistou minha confiança, ganhou o meu amor. Você me faz pensar em ti todo os dias, sempre com a mesma preocupação, o mesmo afeto, o mesmo carinho de sempre. E mesmo que seja ilusão, bobagem, imaginação, loucura... Eu gostaria de dizer que vai ser assim "é-ter-na-mente".

Sorria, hoje é seu dia.

Eu estava pensando aqui com os meus botões o quanto as coisas mudam pra gente, quando queremos realmente que elas mudem. Sabe, é até engraçado dizer isso, porque eu realmente nunca acreditei nessas "baboseiras", mas é bem verdade que a força do pensamento está diretamente ligada às nossas realizações. Quando queremos muito alguma uma coisa, de verdade, conseguimos, e pode apostar, isso sempre aconte na maioria das vezes. Claro que realmente não vai cair dinheiro do céu, ou coisas desse tipo... Mas geralmente, coisas que precisamos, com força, sem ser de valor material, alcançamos como graça - divina, ou não! -, e hoje eu cheguei nessa conclusão lindamente. 
E é isso... Talvez seja porque meu dia foi maravilhoso, e eu me senti bem como não me sentia em muito tempo, e tenha percebido que prefiro ficar feliz do que triste, que me sinto melhor estando bem com quem gosta de mim, do que ficar enfiando coisas tolas pra atrapalhar minha felicidade. Porque é exatamente isso que - não somente eu - faço! Simplesmente me apego a coisas tão pequeninas e tão insiginificantes, e faço disso um caos total na nossa vida, que sei lá... Me sinto sempre como "estraga-prazeres-mor".
Pois minha dica, para mim e para todo mundo que age assim, é a seguinte: 
Nunca deixe que ninguém destrua sua felicidade, mesmo que essa pessoa seja você próprio. 

domingo, 28 de fevereiro de 2010

And that's all I have to say.

Humf... After all you put me through, you'd think I despise you, but in the end, I wanna thank you, 'cause you make me that much stronger. When I thought I knew you, thinking that you were true, I guess I, I couldn't trust. Called your bluff, time is up, 'cause I've had enough. You were there by my side, always down for the ride, but your joy ride just came down in flames, 'cause your greed sold me out of shame. After all of the stealing and cheating, you probably think that I hold resentment for you, but, oh no, you're wrong, 'cause if it wasn't for all that you tried to do I wouldn't know just how capable I am to pull through, so I wanna say thank you, 'cause it makes me that much stronger, makes me work a little bit harder, it makes me that much wiser. So thanks for making me a fighter. Made me learn a little bit faster, made my skin a little bit thicker, makes me that much smarter. So thanks for making me a fighter. Never saw it coming, all of your backstabbing, just so you could cash in on a good thing before I realized your game. I heard you're going round playing the victim now, but don't even begin feeling I'm the one to blame, 'cause you dug your own grave. After all of the fights and the lies, yes, you wanted to harm me, but that won't work anymore. No more, oh no, it's over, 'cause if it wasn't for all of your torture, I wouldn't know how to be this way now, and never back down. So I wanna say thank you. How could, this man I thought I knew, turn out to be unjust, so cruel? Could only see the good in you, pretended not to see the truth. You tried to hide your lies, disguise yourself, through living in denial... But in the end you'll see, you won't stop me. I am a fighter and I ain't goin' stop. There is no turning back, I've had enough. Thought I would forget? But I remember. 'Cause I'll remember, I'll remember.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

"Mas eu tinha que ficar contente. E quando você quer, você fica. Comecei a ficar, pois não quero me tornar uma pessoa pesada, frustrada, amarga. Não vou me tornar assim."

Ímpar

Gosto muito de Caio F., muito, muito mesmo. Desde que bati os olhos nos primeiros textos dele, me encantei. Me encantei perdidamente. Como tal ser, possui tal dom, e ainda assim é um humano? Pois que não seja como eu, nem como você. Caio F. é um humano especial, claro que cheio de vícios e virtudes, mas que para mim, e os demais admiradores, não passam de qualidades. Não é heterossexual, não é fumante passivo, não resiste a uma bebida, não é quieto, não é racionalista, não se faz de moralista, e é um homem magnífico. Eu o admiro, muito mais do que a muitos outros. Admiro porque, Caio - que assim sempre o chamo, e faço questão, mesmo que não o conheça e por ventura não o vá conhecer - escreve como quem sussurra ao pé do ouvido, e enche o coração de ternura de uma maneira que nenhum outro sabe fazer, pois seu jeito de nos atingir não é meigo, não é gentil, não é educado. Ele chega com força, invade qualquer espaço vazio, e vazio este porque sempre todos tem vergonha de ocupar estes lugares. Fala de amor como quem fala de sexo, e fala de sexo como quem fala de amor. Caio é sensacional. Eu poderia dizer que o amo, se não o odiasse por sempre conseguir me fazer ver, o que talvez não quero saber.  

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

We can sit here and laugh...

Não sei porque tudo isso não diminui, só cresce, e cresce. Eu não sei porque não me sinto exaurida ao máximo, ao ponto de abandonar o barco e remar contra a maré. Acho que é isso, remar contra a maré. O que eu quero é muito claro, e eu sei o que eu quero, portanto não poderia ir contra isso. Talvez esteja atrapalhando a vida de outros a minha vivência, mas a minha, bem, esta está em perfeito estado, no melhor estado, no que sempre houve de estar.
Medo, sinto medo, sempre senti, não seria diferente agora. Mas o medo que me persegue no momento é diferente, é um medo de perda, um medo de solidão, um medo do escuro. Medo também de não ver as coisas corretamente, de agir de modo errado, e me enroscar numa cama de gato sem saída. Medo também de ir contra o que eu preciso e desejo. Talvez o melhor de tudo seja isso... Tenho o que preciso e o que sempre desejei. Por isso não desisto, por isso não dou fim, por isso persisto e por isso estou aqui com você, e se puder... Todo o tempo estarei.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Oh lord.

De vez em quando eu fico muito confusa com relação a mil coisas ao mesmo tempo. E isso, por sua vez, gera muita insegurança. Eu nem sei ao certo porque deixo esse tipo de sentimento tomar conta de mim, acho errado, e tal, mas acontece. Acabo me magoando muito as vezes, e não é legal, muito pelo contrário... Mas eu não consigo ser muito diferente disso.
Em alguns momentos eu queria parar de pensar tanto sobre os assuntos, porque é horrível como eu me acostumei a ficar remoendo, e remoendo, tudo trilhões de vezes. E ao invés de chegar a conclusões satisfatórias, sempre depois que me resolvo eu ainda continuo pensando se aquela opção é realmente a melhor opção. Sou insegura demais, caramba.
Acho que isso afeta muitas coisas ao meu redor, e com relação a mim mesma. Não sei o que é pior: viver nesse inferninho todos os dias, ou notarem que eu estou num conflito pessoal gigante.
É até meio chato, de vez em quando, que minhas inseguranças são sobre coisas que eu não deveria ter dúvidas, e tudo isso. Como eu ando pensando muito "talvez seja cedo", e vai ver por isso eu esteja assim, não que isso seja uma justificativa, eu realmente sou traumatizada, mediante uma sucessão de pessoas de merda que passaram pela minha vida. Mas isso nem é motivo também... Muita gente já deve ter passado pelas mesmas situações e devem tê-las superados.
Ah, é foda.
Não gosto muito de me comparar também, até porque eu sou eu, você é você, e ele é ele, então tá... Mas mesmo assim, não me sai da cabeça que tem gente mais evoluída do que eu dentro da nossa humilde raça humana.
O pior de tudo é pensar no passado dos outros. Eu também não sei porque eu faço isso, visivelmente só consegue me deixar pior, e eu insisto, mesmo assim, em olhar certas coisas, em lê-las, em me machucar dessa forma totalmente masoquista. Ninguém me obriga a ver nada, eu olho por livre e espontânea vontade. Então eu não sei mesmo que espécie de porcaria eu tenho dentro da cabeça.
Isso tudo só serve pra me deixar fula da vida, e cheia de dúvidas. E eu não sei como eu posso chegar a duvidar de certas coisas, cara, que droga! Porque uma dúvida vai levando a outra, e é um dominó gigantesco.
Chego a conclusão que pensar só ferra com a vida das pessoas... Na próxima vida devo nascer como um ser inanimado.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Hold on

Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és. E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Hopeless

É incrível como eu me pego tão confusa, tão angustiada e nervosa de vez em quando. São tantas perguntas sem resposta na minha cabeça, tantas coisas a serem resolvidas, tantos buracos negros, e tanta insegurança gerada por tudo isso que eu não sei o que fazer. Sei que o problema da maioria das discussões em minha casa, com minha familia ou com o meu namorado e amigos, sou eu mesma, e isso torna tudo mais e mais difícil. Porque eu não sei mais como mudar, aliás, eu até sei, sei como eu devo fazer para ficar no "ponto" para que todos possam estar mais satisfeitos comigo e assim fazer com que as coisas fiquem mais felizes, mas por outro lado, eu não consigo mudar desse jeito, não sei o que fazer exatamente pra deixar as coisas por dentro de mim de um modo diferente, sempre erro na medida, não consigo achar o equilíbrio dentro de mim. Não sei se me acomodo com o "eu sou assim", ou se eu simplesmente começo a buscar por uma perfeição que nem me é cabível. Ao mesmo tempo que eu acho que talvez eu devesse buscar a perfeição, mesmo que soubesse que eu jamais me tornaria perfeita, só para tentar alcançar o ponto máximo de mudança possível que eu conseguisse. Mas é tão, tão difícil. Parece que tudo que eu começo eu nunca consigo terminar, seja estudar para ser alguém - e eu não sei ainda nem o que eu quero ser - ou seja mudar meu jeito de agir em certas situações para poder conviver melhor com todo mundo ao meu redor. Carambra, eu não sei mesmo. Choro o tempo todo por nada, eu me sinto tão estúpida, eu sinto que eu deveria simplesmente fazer o que eu sempre faço: me afastar para parar de atrapalhar. Me sinto péssima, não suporto essa sensação de estar arruinando tudo. E eu sei que é exatamente isso que eu estou fazendo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

What if...

What if there was no lie, nothing wrong, nothing right? What if there was no time, and no reason or rhyme? What if you should decide that you don't want me there by your side? That you don't want me there in your life? What if I got it wrong and no poem or song could put right what I got wrong or make you feel I belong? What if you should decide that you don't want me there by your side? That you don't want me there in your life? That's right, let's take a breath jump over the side. Let's try... How can you know it when you don't even try? That's right. Every step that you take, could be your biggest mistake. It could bend or it could break... That's the risk that you take. What if you should decide that you don't want me there in your life? That you don't want me there by your side? That's right, let's take a breath jump over the side. Let's try... How can you know it when you don't even try? That's right. Thats right, let's take a breath jump over the side. Let's try... You know that darkness always turns into light. That's right.

domingo, 24 de janeiro de 2010

The frist day of my life

Cara, tô falando sério... Minha mãe não comprava Bono fazia um século, e eu estava morrendo de vontade, então ela foi lá e comprou. Beleza. Chego em casa e o que eu encontro? Simplesmente menos da metade do pacote. Como, por Deus, eu posso entender uma coisa dessas? Poxa, eu simplesmente não entendo, é totalmente incompreensível. Eu não gosto quando comem coisas que compram exclusivamente pra mim, sem a minha permissão. Porque é claro, se me pedissem eu daria um biscoito - ou dois, quem sabe - mas não! Preferem comer de olho grande, e eu não gosto nenhum tiquinho disso, sério mesmo. Daí agora, só de raiva - e um pouco de medo de comerem todo o resto, confesso - eu estou comendo todos que sobraram! Vou morrer, é claro, hoje eu comi demais, mas who cares? Tenho os dois pássaros na mão, e é isso ai.
Outra coisa que super me irrita é porque minha mãe fica cheia de coisa quando eu mato as baratas. Sabe, eu não suporto barata, tenho um pavor gigante, assim, não que eu tenha medo, eu tenho raiva delas mesmo, não gosto, e tal, são nojentas e asquerosas... Bom, eu só sei que toda vez que eu vou e me presto pra matar uma que aparece por aqui, minha mãe arranja mil coisas pra reclamar sobre como eu matei a infeliz. Cara, isso é realmente um tédio! Porque ela vive dizendo que ela não é a matadora oficial de baratas daqui de casa, mas ela reclama quando os outros vão matar, então por que ela não mata? É sério isso.
E uhm, eu estava notando que agora aquele site para blogs com o nome complicado, o Tumblr, está super bombando né? Tipo que eu comecei esse blog aqui com um WordPress, e daí eu enjoei e super me mudei pra cá. Na época tinham poucos posts e foi easy, mas agora eu acredito que se 
eu realmente curtir mais esse Tumblr (http://www.tumblr.com/why-tumblr) e quiser me mudar pra lá, vai ser mais complicado.
Em todo caso, hoje foi praticamente meu último dia de férias, acho que considero como último porque realmente, efetivo, foi o último. Ainda bem que eu o aproveitei muito bem, passando grande parte do dia com o Fred, e sei lá, estive mal grande parte do dia por ene coisas chatas que insistiram em ficar dentro da minha cabeça, mas eu acho que na realidade é tudo uma grande bobagem. Eu acredito de verdade no quanto meu namorado diz que gosta de mim, seria meio idiota se eu não acreditasse e até um pouco ingrato da minha parte, mas eu acho que ele sabe, ou deveria saber ao menos, que quando eu fico pensando em bobagens não é por conta dele e sim por conta dos filhos de uma puta que já passaram pela minha vidinha e me fizeram sempre acreditar que qualquer um que dissesse pra mim coisas lindas e maravilhosas, estaria mentindo. E sabe, é uma insegurança fodida... Se eu for parar pra pensar, analisar, comparar e tudo isso, sei lá, acredito que ficaria louca, achando que provavelmente qualquer pessoa é indigna da minha confiança e tudo isso assim. Sei lá, eu não acho legal pensar desse jeito e não gostaria de desejar que ninguém passasse pelos mesmos tipos de experiências, porque por mais que tenha me trazido coisas construtivas e até boas para o meu crescimento pessoal, por outro lado foi tudo muito desgastante e triste, sabe. O pior de aprender com os erros e com as escolhas ruins, e tudo isso, é saber que existe um dark side, porque você vai vivendo, vai sofrendo, acha que vai superar aquilo como se fosse a coisa mais fácil, pra no fim das contas você notar que tudo que você passa, vivencia, te deixa marcas e muitas vezes essas marcas são profundas demais para serem esquecidas, apagadas ou superadas com facilidade. Eu tento o tempo todo diferenciar as pessoas umas das outras, os momentos, as situações... Mas de vez em quando tudo isso é muito complicado, nem sempre a nossa mente funciona como a gente quer, e fica tudo embaralhado,  num emaranhado de memórias e sensações. Sério! Se eu pudesse, apagaria mesmo o dark side das minhas vivências, pra não ter que ficar passando por esses momentos constrangedores como hoje eu passei.
Por outro lado, eu me sinto muito segura com o Fred, muito mesmo. Não sei realmente se isso é bom, ou ruim. Não sei porque das outras vezes que eu cheguei a me sentir assim eu me ferrei, e eu de verdade não queria que isso acontecesse de novo, e sabe, o que mais me deixa receosa é a sensação de que eu não vou me decepcionar ser tão gigante, porque vai que acontece? E aí, como eu fico? Porque assim, eu não estou contando que nada dê errado, mas o medo é eminente e parece que eu nada posso fazer com ele. Acho que só o tempo mesmo, como tudo é muito recente, pra me dizer o quanto eu estou certa ou errada com relação ao meu namoro e ao meu namorado: se tudo que eu digo pra ele são realmente coisas com fundamentos e vice-e-versa. Eu espero muito que sim.
Uhm, eu sinto que muitas coisas mudaram de meses pra cá, eu nunca mais falei sobre tristeza, ou o quanto as coisas estão erradas pra mim. Até porque, não estão! Sinto pela primeira vez em muito tempo, que as coisas estão em seus devidos lugares, e poxa, é uma sensação e tanto. Não sinto que tem nada faltando, porque antes havia distância, havia falta de amor, havia falta de diálogo, falta de compreensão... Faltas, faltas e mais faltas. Agora parece que tudo, ou quase tudo, está preenchido, e vou te contar... Isso gera um bem estar sem tamanho. E o melhor de tudo é ter a sensação de que o melhor ainda está por vir... That's all, folks.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Nothing at all.

Por vezes os sentimentos são muito mais do que palavras ditas. São palavras pensadas e guardadas dentro de um íntimo de dois. São gestos consumidos dias após dia, e consagrados na maior ternura cabível dentro dum toque, dum carinho. Sentimentos são tangíveis, palpáveis. São eternos dentro de 24 horas. São finitos quando não são exauridos. E são verdadeiros quando são vividos.
Sinto-me viva só por sentir, por gostar, apreciar e delirar. Por querer, por amar, por desejar e glorificar.
Sinto-me morta por não ser complacente, não ser coerente, vidente e por muitas vezes sorridente.
Gosto de memórias, são as únicas coisas capazes de não apagar um momento. Gosto de pessoas, são as únicas coisas capazes de ficar na memória. Gosto de gestos, são as únicas coisas que compõem um ser.
Me faço e me desfaço, todos os dias, todas as horas. Me recomponho e me desmonto. Tento seguir ritmos, mas sou descompassada. Tento andar em linha reta, mas tenho visão periférica. Tento ficar alheia, quieta, surda e muda, mas sou ser humano.