quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Cool.
Em todo caso, acho que esse ano vou terminar bem! Tenho amigos, tenho um namorado, tenho familia... Sei lá, sentimentalmente eu acho que eu tô de boa, até demais, haha. E não sei... É isso mesmo que importa. Claro que como eu já escrevi aqui, ene vezes, eu perdi muitas pessoas no decorrer do ano de 2009... E essas perdas só se consumaram agora, mas que elas já estavam para acontecer, ah, isso estavam sim, e eu não sei ao certo... Mas me parece que estou melhor agora. Quantidade não é qualidade, essa é minha frase do ano, haha.
Bom... Apesar de tudo que me aconteceu de ruim, 2009 foi um ano e tanto! Ainda está sendo! E eu vou sentir falta disso tudo... Foi tão bom. Depois de uma sucessão de anos de bosta, esse ano foi tão consagrador, mesmo. Acho que tudo que eu sempre pedi se realizou no decorrer do ano... E sabe, eu não poderia ter um presente melhor do que esse. Tudo no seu devido lugar... Pessoas certas, no momento certo. E momentos certos, na hora certa.
Acho que é porque 2009 é ímpar. Adoro anos ímpares. Well... Como será 2010? Não faço idéia, espero que melhor do que 2009, se puder... Enfim, já deu de nostalgia por hoje.
HAHA :)
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
In my heart you'll grow and that's where you belong.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Across the universe
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Passou, tá passado...
Dias bons, dias ruins, eu tive um pouco de cada um deles. Pessoas boas, pessoas ruins, eu conheci cada uma delas. Acho que no fim das contas tudo se junta e consegue nos mudar de alguma forma. Tanta coisa vem e vai na nossa vida, poucas coisas ficam. Já parei pra me perguntar diversas vezes o que eu ainda faço aqui, e quais pessoas realmente me importam. Descobri que mesmo com o tempo, mesmo com a distância, quem é especial, jamais deixa de ser especial, e descobri que até mesmo aquelas que estão aqui todos os dias, podem ser as mais distantes, e as menos especiais. A presença de uma pessoa pode ter vários significados, e hoje em dia a maioria não é presente, até eu mesma posso não ser presente. Tanta coisa mudou, tanta gente se modificou, e quem realmente ainda é sincero? Você acredita em mim? Quem realmente está falando a verdade? Um zunzunzun de vozes e nada condiz com nada, apenas barulhos dentro da minha cabeça.
Achei isso aqui no meio dos entulhos de arquivos word.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
New perspective
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Cruel intentions
Máquinas do tempo já não são mais necessárias...
sábado, 7 de novembro de 2009
You only live once...
É tão complicado distinguir quem realmente está do seu lado, que QUER estar ao seu lado, e aqueles que estão apenas por estar. Acho que esse é um dos maiores problemas que eu estou passando. Nada novo, óbvio, eu sei que muita gente vive na mesma contradição. Mas não é algo que eu ache bom passar, porque causa aquela maldita insegurança, e se tem algo que eu desprezo muito é me sentir insegura, porque dai surgem tantos outros sentimentos maléficos... Como o medo, angústia, sensação de vazio, solidão. E tudo isso junto não dá certo, certo? Haha, é.
Às vezes eu acho que quando me dizem que tudo poderia ser mais fácil, só bastava eu querer, é uma grande bobagem, porque eu queria, eu quero, muito, que as coisas melhorem pra mim de um modo geral, mas nem querendo, e nem tentando fazer por onde, parece que as coisas mudam um tiquinho. Ou se mudam... É por um dia, uma semana, um mês, pequenos períodos, e logo depois... Pff, tudo de volta ao normal-anormal de sempre.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Colo
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Swim in silence
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
The tide is high but i'm holding on
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Stop this moment
sábado, 26 de setembro de 2009
Amo muito tudo isso
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Raízes
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Embaçado.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Só
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Juliana.
Ps: que droga que não tô aí na sua festa pra encher a cara e poder rir de você ficando bêbada HAUEHAUEHAU brincadeira, só ia dizer que tô com saudade, pra variar um teco.
Um beijo,
Sua eterna bifs. rs
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Era pra ser...
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Auto-retrato.
Ahhh... Tanto faz! E o que não foi, não é. Eu sei que ainda vou voltar, mas eu quem será?
Deixo tudo assim, não me acanho em ver vaidade em mim. Eu digo o que condiz. Eu gosto é do estrago. Sei do escândalo e eles têem razão quando vem dizer que eu não sei medir nem tempo e nem medo. E se eu for o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado?
Ahhh... Ora se não sou eu, quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão.
Ahhh... Se o que eu sou é também o que eu escolhi ser... Aceito a condição.
Vou levando assim, que o acaso é amigo do meu coração. Quando fala comigo, quando eu sei ouvir..."
Los Hermanos - O velho e o moço.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
The thrill here is quicker than you'd think...
I never met a guy like you before. It's really kinda funny how you knocked on my door. It's crazy how you got me feeling funny, so deep inside. I can't believe you lay here inside my bed. A guy like you won't leave things inside my head. You magically appeared in the secret winces of my life. He loves me so... I can't believe how he needs me. I think it's crazy amazing... How you can just bump into a guy, fall in love, change your life. I've always been the bottle that sits on the shelf, I even start to think about my mental health, 'cos every other guys I seem to like would run a million miles. My friends are gonna think that I tell those lies. It's not easy to believe me, 'cos I've never had a guy like this. No, no, no. He loves me so... I can't believe how he needs me. I think it's crazy amazing... How you can just bump into a guy, fall in love, change your life. How love could be right. Never had a lover in my whole life. Could this be the way to a brighter light? Dreaming about this man since the beginning of time. ♪♪♪
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Isso
Nunca tive muitos amigos
Nunca fui favorita
Nunca fui o que meus pais queriam
Nunca tive alguém que amasse
Mas tive somente a mim
A minha absoluta verdade
Meu verdadeiro pensamento
O meu conforto nas horas de sofrimento
não vivo sozinha porque gosto
e sim porque aprendi a ser só...
F.E.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Tentativa
E tanto não consigo;
O modo como tanto desejo
E tanto não realizo;
Tanto querer
Tanto desejar
Tanto idealizar
Tanto ficar só por estar;
Como posso almejar
Quando nem ao menos me é concebido o direito de sonhar?!
Uma incrível falta de nexo
Coesão
Sensação;
Vazio exterior, interior, que seja...
Dor. Só dor.
domingo, 26 de julho de 2009
Eu sou uma flor.
- Há milhões e milhões de anos que as flores fabricam espinhos. Há milhões e milhões de anos que os carneiros as comem, apesar de tudo. E não será sério procurar compreender por que perdem tanto tempo fabricando espinhos inúteis? Não terá importância a guerra dos carneiros e das flores? Não será mais importante que as contas do tal sujeito? E se eu, por minha vez, conheço uma flor única no mundo, que só existe no meu planeta, e que um belo dia um carneirinho pode liquidar num só golpe, sem avaliar o que faz, - isto não tem importância?!
Corou um pouco, e continuou em seguida:
- Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla. Ele pensa: "Minha flor está lá, nalgum lugar..." Mas se o carneiro come a flor, é para ele, bruscamente, como se todas as estrelas se apagassem! E isto não tem importância!
Não pôde dizer mais nada. Pôs-se bruscamente a soluçar. A noite caíra. Larguei as ferramentas. Ria-me do martelo, do parafuso, da sede e da morte. Havia numa estrela, num planeta, o meu, a Terra, um principezinho a consolar! Tomei-o nos braços. Embalei-o. E lhe dizia: "A flor que tu amas não está em perigo... Vou desenhar uma pequena mordaça para o carneiro... Uma armadura para a flor... Eu...". Eu não sabia o que dizer. Sentia-me desajeitado. Não sabia como atingi-lo, onde encontrá-lo... É tão misterioso, o país das lágrimas!
Pude bem cedo conhecer melhor aquela flor. Sempre houvera, no planeta do pequeno príncipe, flores muito simples, ornadas de uma só fileira de pétalas, e que não ocupavam lugar nem incomodavam ninguém. Apareciam certa manhã na relva, e já à tarde se extinguiam. Mas aquela brotara um dia de um grão trazido não se sabe de onde, e o principezinho vigiara de perto o pequeno broto, tão diferente dos outros. Podia ser uma nova espécie de baobá. Mas o arbusto logo parou de crescer, e começou então a preparar uma flor. O principezinho, que assistia à instalação de um enorme botão, bem sentiu que sairia dali uma aparição miraculosa; mas a flor não acabava mais de preparar-se, de preparar sua beleza, no seu verde quarto. Escolhia as cores com cuidado. Vestia-se lentamente, ajustava uma a uma sua pétalas. Não queria sair, como os cravos, amarrotada. No radioso esplendor da sua beleza é que ela queria aparecer. Ah! Sim. Era vaidosa. Sua misteriosa toalete, portanto, durara dias e dias. E eis que uma bela manhã, justamente à hora do sol nascer, havia-se, afinal, mostrado.E ela, que se preparava com tanto esmero, disse, bocejando:
- Ah! Eu acabo de despertar... Desculpa... Estou ainda toda despenteada...
O principezinho, então, não pôde conter o seu espanto:
- Como és bonita!
- Não é? Respondeu a flor docemente. Nasci ao mesmo tempo que o sol...
O principezinho percebeu logo que a flor não era modesta. Mas era tão comovente!
- Creio que é hora do almoço, acrescentou ela. Tu poderias cuidar de mim...
E o principezinho, embaraçado, fora buscar um regador com água fresca, e servira à flor.
Assim, ela o afligira logo com sua mórbida vaidade. Um dia por exemplo, falando dos seus quatro espinhos, dissera ao pequeno príncipe:
- É que eles podem vir, os tigres, com suas garras!
- Não há tigres no meu planeta, objetara o principezinho. E depois, os tigres não comem erva.
- Não sou uma erva, respondera a flor suavemente.
- Perdoa-me...
- Não tenho receio dos tigres, mas tenho horror das correntes de ar. Não terias acaso um pára-vento?
"Horror das correntes de ar... Não é muito bom para uma planta, notara o principezinho. É bem complicada essa flor..."
- À noite me colocarás sob a redoma. Faz muito frio no teu planeta. Está mal instalado. De onde eu venho...
Mas interrompeu-se de súbito. Viera em forma de semente. Não pudera conhecer nada dos outros mundos. Humilhada por se ter deixado apanhar numa mentira tão tola, tossiu duas ou três vezes, para pôr a culpa no príncipe:
- E o pára-vento?
- Ia buscá-lo. Mas tu me falavas...
Então ela redobrara a tosse para infligir-lhe remorso.
Assim o principezinho, apesar da boa vontade do seu amor, logo duvidara dela. Tomara a sério palavras sem importância, e se tornara infeliz.
"Não a devia ter escutado - confessou-me um dia - não se deve nunca escutar as flores. Basta olhá-las, aspirar o perfume. A minha embalsamava o planeta, mas eu não me contentava com isso. A tal história das garras, que tanto me agastara, me devia ter enternecido..."
Confessou-me ainda:
"Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava... Não devia jamais ter fugido. Devia ter-lhe adivinhado a ternura sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores! Mas eu era jovem demais para saber amar."
Creio que ele aproveitou, para evadir-se, pássaros selvagens que imigravam. Na manhã da partida, pôs o planeta em ordem. Revolveu cuidadosamente seus dois vulcões em atividade. Pois possuía dois vulcões. E era muito cômodo para esquentar o almoço. Possuía também um vulcão extinto. Mas, como ele dizia: "Quem é que pode garantir?", revolveu também o extinto. Se eles são bem revolvidos, os vulcões queimam lentamente, regularmente, sem erupções. As erupções vulcânicas são como fagulhas de lareira. Na terra, nós somos muito pequenos para revolver os vulcões. Por isso é que nos causam tanto dano.
O principezinho arrancou também, não sem um pouco de melancolia, os últimos rebentos de baobá. Ele julgava nunca mais voltar. Mas todos esses trabalhos familiares lhe pareceram, aquela manhã, extremamente doces. E, quando regou pela última vez a flor, e se dispunha a colocá-la sob a redoma, percebeu que estava com vontade de chorar.
- Adeus, disse ele à flor.
Mas a flor não respondeu.
- Adeus, repetiu ele.
A flor tossiu. Mas não era por causa do resfriado.
- Eu fui uma tola, disse por fim. Peço-te perdão. Trata de ser feliz.
A ausência de censuras o surpreendeu. Ficou parado, inteiramente sem jeito, com a redoma no ar. Não podia compreender essa calma doçura.
- É claro que eu te amo, disse-lhe a flor. Foi por minha culpa que não soubeste de nada. Isso não tem importância. Foste tão tolo quanto eu. Trata de ser feliz... Mas pode deixar em paz a redoma. Não preciso mais dela.
- Mas o vento...
- Não estou assim tão resfriada... O ar fresco da noite me fará bem. Eu sou uma flor.
- Mas os bichos...
- É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas! Do contrário, quem virá visitar-me? Tu estarás longe... Quanto aos bichos grandes, não tenho medo deles. Eu tenho as minhas garras.
E ela mostrava ingenuamente seus quatro espinhos. Em seguida acrescentou:
- Não demores assim, que é exasperante. Tu decidiste partir. Vai-te embora!
Pois ela não queria que ele a visse chorar. Era uma flor muito orgulhosa...
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Go on, say it.
Oviedo.
Ignore II
(...) Vou dormir pensando no quanto tudo é bom quando eu estou com você, no quanto era gostoso saber que eu compartilhava um amor com alguém que me amava de volta, ai, isso é realmente uma dádiva dos céus! Daí eu durmo - ultimamente eu venho sonhando com você - e acordo pensando em ti de novo, só que nesses tempos, quando eu penso em você, me sinto tão pra baixo, tão triste... Chateada, inútil. Me sinto totalmente desarmada, sem forças, e incapaz de mudar as coisas ao meu redor. Porque está fora do meu alcance, então, o que eu posso fazer com isso? Absolutamente... Nada. O que é uma pena, eu estou completamente disposta a fazer de tudo pra te ter comigo, estou disposta mesmo, que droga, me deixa fazer parta da sua vida do jeito certo, hein? Era só o que eu queria, é só o que eu quero... É o que eu preciso, entende? De você. Preciso de você como eu preciso da vida pra mim, todos os dias. Ah, é tão difícil de entender que as coisas não precisam ser assim? Você sabe que me ama tanto quanto eu sei que te amo, tudo se encaixa, qual o problema afinal? Não entra na minha cabeça tudo isso, muito menos no meu coração.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Ignore.
sábado, 18 de julho de 2009
Desculpe a demora.
domingo, 21 de junho de 2009
Não arranjei um título
Queria dizer para quem é diretamente este post, mas como em todos os outros, deixa assim ficar... Subentendido.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Escrevendo, eu falo pra caralho, não é?
domingo, 14 de junho de 2009
Tudo
sábado, 6 de junho de 2009
Me faz chorar e é feito pra rir
sexta-feira, 29 de maio de 2009
My happy ending
segunda-feira, 18 de maio de 2009
I have no doubt
Tua presença é tão sublime quanto o mar e o ar.
Sei que a tua boca já beijou a outras que não a minha. Sei que já amou a outras quando não me conhecia. Mesmo assim teu carinho me tomou o peito, e hoje sem você não mais consigo ser do mesmo jeito. Sem você prefiro a solidão, a sete palmos do chão.
There's just no mercy in your eyes. To my choice seems too small, any move and I could fall.
A razão grita-me coisas que não consigo discernir, são como ruídos ao longe. Criei ouvidos seletivos.
sábado, 16 de maio de 2009
Music in me
Abrindo aqui um pequeno parênteses para falar dessa banda magnífica, que conheci há pouco. Black Rebel Motorcycle Club, uma banda de San Francisco muitxo louca, feita de um rock psicodélico lento, estilo este chamado shoegaze. Eles são uma mistura de Sex Pistols com Johnny Cash, ou então My Bloody Valentine com The Jesus and Mary Chain. Ao ouvir pelas primeiras vezes o som dos caras, não me senti muito identificada, confesso, mas assim que deixei a letra, a melodia, e todo o contexto entrar dentro de mim, pode apostar que passei a adorar, e idolatrar, essa bandinha.
Gosto de música porque como já ouvi falar, a vida é uma ópera. "(...)Verdadeiramente foi o princípio da minha vida; tudo que sucedera antes foi como o pintar e vestir das pessoas que tinham de entrar em cena, o acender das luzes, o preparo das rabecas, a sinfonia... Agora é que eu ia começar minha ópera. 'A vida é uma ópera', (...) repetiu-me a definição do costume, e como eu lhe disse que a vida tanto podia ser uma ópera, como uma viagem de mar ou uma batalha, abanou a cabeça e replicou:
- A vida é uma ópera, uma grande ópera. O tenor e o barítono lutam pelo soprano, em presença do baixo e dos comprimários, quando não são os soprano e o contralto que lutam pelo tenor em presença do mesmo baixo e dos mesmos comprimários..."
Outro incomplete?
terça-feira, 12 de maio de 2009
Ser ou não ser
domingo, 10 de maio de 2009
Like a feel
Time may take us apart, but I will still love you, I promise. And when the stars, stars are falling, I’ll keep calling. I promise that you’ll be my one, my only everything, I’ll never be untrue. And I promise that for all your love I will do anything. And you are my sky, my rain, the earth in which my love goes strong, the smile of my heart and the breath of my soul! Even if we find ourselves apart. We will hold our hopes and dreams, forever in our hearts. Tell me how you feel. I finally know how love feels. Tell me if its real! And my heart tells me its real. So real, so real… Time may take us apart, that’s true, but I will always be there for you. You’re in my heart, you’ll be in my dreams. No matter how many miles we’ve seen, I promise you that I won’t forget the day we kissed, or the day we met. The sky may fall and the stars may tilt, but I will still, I will still love you.
True or False? Maybe.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Lágrimas não são argumentos
Adoro este verbo. O verbo estar é o verbo da insegurança, por mais que passe uma certeza indiscutível. Você olha para o céu, e diz: -”Está chovendo.” Maior juízo de fato do que este, não poderia haver, certo? Certo. O verbo da desconfiança, com toda certeza. Por mais que você afirme algo, por mais que diga o quanto qualquer coisa está assim ou assada, de certa forma, ela jamais estará para sempre. Portanto tudo que está hoje, pode não estar mais do mesmo modo daqui um segundo.
Eu estou feliz. É uma incerteza, pois é somente um “estado” de espírito. Uma coisa que pode ser perene, ou não. Fico com a segunda opção. Não acredito em felicidade descomedida permanente. Até porque, na minha concepção, felicidade é bem daquele jeito, feita dos pequenos momentos, ou pequenos prazeres. Se bem que, no meu caso, encontrei-a bem ali, entre os pedaços maltrapilhos de um eu que não reconheço mais, um restinho totalmente destroçado de uma felicidade antes tida como inabalável. Encontrei, e resolvi cuidar daquele pequeno e inseguro sentimento como se dele dependesse a minha vida, e de fato, dependia. Não que vida sem felicidade não exista, existe, mas creio que apenas como um jeito de ainda estar por aqui, só por dizer que está, sem se envolver com nada especificamente. Porque, cá entre nós, as pessoas começam a ficar muito mesquinhas quando são muito infelizes. Mas como tudo que é demais (para o lado bom ou ruim), dura pouco, ou apodrece mesmo, ser feliz ao extremo, assim como se tornar uma pessoa ultra-infeliz, com toda certeza não é a melhor opção. O negócio é ir no miudinho, seguindo o ritmo, nenhum pouco coordenado, da vida.
Quando digo que estou feliz, acredito que estar é mais do que um modo de sobrevivência, é um ato de solidariedade perante à mim mesma, e o próximo. Próximo este que pode ser você, ou deixe isso pra lá e utilize apenas como modo figurado. Quando estou, permito-me sentir-me bem, sabendo do que um dia pode, ou não, calhar de acontecer. Assim como uma junção de coisas boas anda me ocorrendo, pode calhar que um punhado de coisas ruins passe a me atormentar. Então, apenas digo que estou, por um breve momento, de bem com a vida. E que amanhã, como vai ser? Nunca se sabe. Mas talvez ainda esteja satisfeita com tudo o bastante pra dizer que: -”Estou bem, e não tente acabar com a minha festa, porque ela só começa quando eu chego, e só termina quando eu quero ir embora.”
terça-feira, 21 de abril de 2009
C'est vous, seulment vous
Quando pressinto sua presença ao redor, é quase como se eu pudesse sentir o breve ardor de seu hálito quente encostar em minha nuca. E eu sinto. Sinto tanto, que me faz arrepiar. Esse arrepio tristonho, e ao mesmo tempo alucinado, que passa tão depressa por meu corpo, que mal consigo acompanhar. Não seja por isso, este arrepio é mais denso que o ar. Quase paupável, de tão instigado em viver a me acompanhar.
Ah, se soubesses como sou tão carinhosa… Penso em te fazer um leite com torradas todo dia, santo dia. Te cuidar como se fosse minha cria. Te embalar, toda noite, santa noite, como quem reza para que a tempestade demore a vir, como quem pede que os trovões jamais tornem a assustar seu pequeno bibelô.
Poder te ter em minhas mãos… Em minhas ardententes, flamejantes mãos… Seria o que de mais glorioso existe. Pois olhar em teus olhos, e decifrar tudo que se esconde no mais profundo de sua matéria, ou até mesmo observar a plenitude de sua alma, ah, isso me bastaria de um tanto, não faz idéia. Mesmo que por algum acaso, fizesse idéia do quanto é vasto o meu querer, creio que não havia de entender. As confusões sempre tornam a perseguir-me, e assim não me deixam explicar, o quanto sinto prazer em te amar.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
É quase lá
sexta-feira, 10 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Minha metralhadora cheia de mágoas
terça-feira, 31 de março de 2009
Such a beautiful day
sábado, 28 de março de 2009
Butterflies and Hurricanes
Queria esquecer a luz dos teus olhos, porque assim eu não sentiria saudade deles. Queria esquecer o tom da sua voz, o seu jeito de falar, esse sorriso lindo que só você tem. Queria tanto… Mas não posso, pois o que eu sinto por ti é tão forte, impossível de esquecer. Mas uma coisa é certa, te amo, e muito. Pois sem você não sei viver. Mesmo querendo te esquecer, te amo cada vez mais hoje do que ontem, e amanhã, mais do que nunca.
Change, everything you are and everything you were.
Sede
Como ter sede de escrever, desejo insano de digitar coisas que não vão lhe valer de nada. Ou talvez até valha algo, a sua consciência. Coisas fluem naturalmente depois que você desabafa, desabafar com o computador pode ser um modo sutil, porém gentil. Computador, meu amigo, não o melhor, mas já era. Talvez por preguiça, o computador tenha se tornado um grande amigo, o amigo que posso acariciar com os dedos, e me sentir realizada, sem pudor. E essa tal liberdade me dá o prazer do ato de desabafar, à sós, com ninguém. Desabafo comigo mesma, que é mais zeloso, me parece mais gostoso, menos penoso, e escancarado. Não sinto olhares pecaminosos recaíndo sorrateiramente sobre minha cabeça. Cabeça esta voando livre sobre todos os pensamentos que a fazem pesar, repuxando-os para o funil que em seguida me fará ter a sensação de serenidade. Por isso desabafo, desabafo dentro do escuro, onde ninguém pode me ver, me sentir, me tocar. Sou apenas eu, e aquilo que me consome. Apenas eu, tentando me decifrar, e me devorando em raiva por não completar qualquer que seja a tarefa que tenha obstinado à mim.
Incomplete?

